sexta-feira, 31 de julho de 2026

AMOURA VOLTA À AGENDA E BENFICA PODE ESTAR A FECHAR NOVO EXTREMO!

                  

🔴 BENFICA 5-0 ST GALLEN 🟢 (VLOG) FUI AO PRIMEIRO JOGO NA LUZ VER O PAVLIDIS A DESTRUIR OS SUÍÇOS!

                 

BENFICA ESMAGA O SÃO GALO COM 5-0!

                  

Temporada 6 Episódio 6 (#306) - BENFICA vs St. Gallen

                 

Portugueses cumprem na Europa com "All in" de Pavlidis

                  

GOLEADA HISTÓRICA! | BENFICA MOSTRA FORÇA NA EUROPA

                  

MERCADO FLASH EM DIRETO I C/JOGA SIMPLES

                  

A "obrigação" do Benfica e a curta reação de Proença

                  

RESPOSTA DE MÃO CHEIA RUMO À PRÓXIMA RONDA



Com um póquer de Pavlidis e o primeiro golo encarnado de Lenglet, o Benfica venceu o St. Gallen, por 5-0, na 2.ª mão da 2.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa.
Amparado por um Estádio da Luz bem-composto (59 563 espectadores), o Benfica operou uma reviravolta categórica na 2.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa, ao golear o St. Gallen, por 5-0, na 2.ª mão da eliminatória, disputada na noite desta quinta-feira, 30 de julho. Segue-se o Hearts, na próxima ronda de qualificação.
Com a intenção de que os seus comandados fossem "mais fortes coletivamente" do que no duelo da 1.ª mão (2-1) – tal como sublinhou na antevisão –, Marco Silva selecionou Trubin, Bah, António Silva, Lenglet, Dahl, Barrenechea, Barreiro, Rafa, Kamiński, Sudakov e Pavlidis para formarem a equipa inicial encarnada.
Deste modo, relativamente ao embate na Suíça, o onze titular das águias teve duas alterações, com Barrenechea e Barreiro a entrarem para os lugares de Manu e Miguel Figueiredo no meio-campo.
A entrada dos anfitriões revelou-se praticamente perfeita, os quais converteram a primeira ocasião da contenda. Aos 11', o coletivo vermelho e branco colocou-se em vantagem numa jogada rápida iniciada por Bah, que aproveitou uma desconcentração adversária numa reposição lateral para lançar Rafa na profundidade, pelo corredor direito. O avançado assistiu de primeira Pavlidis, e o internacional grego, também ao primeiro toque, inaugurou o marcador com um remate certeiro na área (1-0).




A resposta do St. Gallen surgiu dois minutos depois (13'). De ângulo apertado à esquerda da área, Balde forçou Trubin a uma defesa atenta, antes de Okoroji, de fora da área na insistência, disparar ao lado do alvo.
De seguida (17'), Balde tornou a criar perigo ao surgir em boa posição na direita, mas Lenglet, face à saída de Trubin, apareceu no momento certo para intercetar de cabeça o tiro adversário. No seguimento, Boukhalfa, no interior da área, cabeceou um pouco por cima.
Na sequência de um período mais amarrado, o Benfica voltou à carga aos 37'. Num canto à direita, Sudakov cruzou para António Silva, cujo cabeceamento obrigou Watkowiak a uma grande intervenção.
A melhor oportunidade do conjunto suíço surgiu a 5 minutos do intervalo (40'). Balde ganhou um ressalto a Bah, entrou na área pela esquerda e disparou com violência ao poste mais próximo.
Até ao descanso, os encarnados ainda ameaçaram mais duas vezes: à direita, Rafa tocou para Bah, e o cruzamento do lateral encontrou Barreiro, que desviou ao primeiro poste, por cima da baliza (43'); e, à esquerda, numa excelente iniciativa individual, Rafa ganhou a bola na frente, avançou e atirou em arco à entrada da área, vendo a bola passar muito perto do ângulo superior direito (45'+2').
Os comandados de Marco Silva também entraram bem na etapa complementar, e – após Barreiro, servido por um passe teleguiado de Sudakov, proporcionar nova intervenção de qualidade de Watkowiak (54') – tornaram a abanar as redes nos primeiros minutos.




Numa jogada de dinâmico entendimento coletivo à passagem dos 55', António Silva colocou a bola na entrada da área, Kamiński fez uma simulação e deixou-a passar de forma inteligente para Pavlidis, que tabelou com o internacional polaco e, perto da marca de penálti, completou a reviravolta na eliminatória (2-0). Foi a primeira assistência de Kamiński com o Manto Sagrado.
O cenário tornou-se ainda mais favorável para o Benfica aos 57', quando Stanic – que já havia sido admoestado aos 21' por falta dura sobre Pavlidis – viu o segundo cartão amarelo e consequente vermelho por travar Sudakov numa arrancada em direção à baliza do St. Gallen, deixando a formação suíça reduzida a 10 unidades.
As águias não tiraram o pé do acelerador, e, aos 64', António Silva protagonizou uma excelente arrancada pelo corredor central, entrou na área e descobriu Sudakov, cujo remate rasteiro foi segurado por Watkowiak.
Um minuto depois (65'), Pavlidis tornou a colocar a bola na baliza, mas o lance foi inicialmente anulado por alegado fora de jogo de Bah. Após análise do VAR, a decisão foi revertida e o golo acabou por ser validado aos 67'. Num lance de insistência, Bah voltou a cruzar depois de dois cortes da defesa suíça, e Pavlidis cabeceou na pequena área para o 3-0.
Entre estes momentos, Richard Ríos foi lançado para o lugar de Barreiro, aos 66'.
O Benfica continuava a criar perigo, e, aos 70', Dahl tentou a sorte de longe após um canto aliviado, obrigando novamente Watkowiak a intervir.
Pouco depois (73'), António Silva lançou Richard Ríos em profundidade, e o médio colombiano foi derrubado por Frokaj já dentro da área. O árbitro assinalou grande penalidade, e Pavlidis (vencedor da distinção de Man of the Match), chamado à cobrança, não desperdiçou, completando o notável póquer com um pontapé potente e colocado (4-0).




Marco Silva tornou a mexer no minuto 76: Schjelderup e Lukebakio substituíram Rafa e Kamiński.
Recém-entrado, Lukebakio esteve muito perto de marcar numa bela arrancada pela direita, mas, depois de fletir para dentro na área, a sua tentativa saiu ligeiramente ao lado do poste esquerdo (76').
Volvidos dois minutos, foram Dedic e Jhon Durán (estreia oficial pelo Glorioso) que saltaram do banco, rendendo Bah e Pavlidis.
Com o jogo a seguir na mesma tendência, aos 81', Sudakov, servido por um passe de Dahl para a área, voltou a testar a atenção de Watkowiak, que defendeu para fora com os pés.
No canto consequente, Sudakov deu curto para Lukebakio, e o extremo cruzou a meia altura para a área, onde Lenglet, de costas para a baliza, esticou-se e desviou com classe para o fundo das redes (5-0). Primeiro golo do internacional francês pelas águias a fechar a contagem.
Nos minutos finais, o St. Gallen ainda procurou reduzir a diferença, sem sucesso: Frokaj tentou a sua sorte de longe, Trubin defendeu com dificuldade, e Lenglet completou com um grande corte em carrinho (84'); e, isolado à entrada da área, o mesmo jogador ameaçou novamente, rematando muito perto do poste direito (86').
Ultrapassado o St. Gallen, o Benfica terá agora pela frente o Hearts (eliminado pelo SK Sturm Graz na 2.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga dos Campeões), na 3.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa. Assim, o próximo desafio é a 1.ª mão da eliminatória, que se realiza no Estádio da Luz, às 20h00 de quinta-feira, 6 de agosto.
SL Benfica
NOTAS DOS JOGADORES DO BENFICA: 
Pavlidis foi o rei da eliminatória
Melhor em campo: Pavlidis (8)




Marcou golos (quatro) para todos os gostos, dois de pé esquerdo, um de cabeça e um de pé direito. Mas, para qualquer treinador, deve ser um gosto ver como foi muito mais que isso. Para lá de finalizador letal, deu-se ao jogo, ocupando por vezes as áreas de Sudakov, quando recuava no terreno, para receber a bola e combinar com os companheiros e permitir a saída de bola. Jogou bem, por isso, de costas para a baliza e ainda mais de frente para o guarda-redes . No primeiro golo, finalizou de primeira com o pé esquerdo; no segundo, recebeu a bola de António Silva, tocou para Kaminski, recebeu com pé direito e disparou com o esquerdo; no terceiro, cabeceou após centro de Bah; no quarto fuzilou com o pé direito no penálti. Éna, dío, tría, téssera. E como houve cinco, então pénte. Percebe-se que é um, dois, três, quatro, cinco em grego, certo?
Trubin (5) — Não passou tranquilidade à equipa, apesar de ter começado bem, agarrando um centro após um canto aos 3’ e defendendo um remate forte, cruzado e perto de Balde. Aos 17’, saiu mal da baliza, Balde ficou com a bola, mas Lenglet salvou o empate. Defesa complicada e apertada para a frente aos 84’.
Bah (5) — Com o St. Gallen distraído, lançamento lateral rápido a servir a velocidade de Rafa, que assistiu Pavlidis no primeiro golo. Também assistiu Pavlidis no terceiro golo, depois de um bom lance ofensivo. Aos 43’ também cruzou para finalização perigosa de Leandro Barreiro. Mas teve vários momentos negativos: aos 13’ foi batido por Balde e permitiu depois o remate perigoso do avançado; aos 17’ perdeu lance de cabeça com Boukhalfa na área; aos 40’ perdeu dois duelos com Balde, que rematou ao poste. Segunda parte mais tranquila.


António Silva (8) — Que bela forma de se despedir da Luz. A partir da meia hora, depois de já ter feito um excelente passe vertical para Rafa, percebeu que a equipa precisava dele a atacar. Aos 35’ arrancou para o meio-campo adversário, quebrou a marcação individual, meteu a bola em Pavlidis e foi recebê-la na área de Rafa, mas Balde cortou o lance. Forte nos duelos individuais, o lance do segundo golo nasce depois de um passe do capitão para Kaminski. Ainda foi protagonista de mais duas arrancadas com bola de fazer inveja a qualquer médio e foi eficaz também a meter bolas longas no ataque. Foi líder quando a equipa precisou. Ah, e esteve perto de marcar num cabeceamento após canto apontado por Sudakov.
Lenglet (7) — Salvou de cabeça o empate (13’), evitou que Hunziker marcasse aos 84’ e falhou o momento de corte a Frokaj que se isolou e falhou na cara de Trubin. Fez dois bons passes para Rafa e Sudakov na segunda parte e fez de avançado ao marcar, com o pé esquerdo, o quinto golo, depois de centro de Lukebakio.
Dahl (5) — Sem grande influência ofensiva na primeira parte, melhorou na segunda, destacando-se num remate de pé direito fora da área para defesa de Dumrath e num bom centro de Sudakov.
Leandro Barreiro (6) — Energético, não deixa qualquer adversário descansado. Aos 19’ queixou-se de ter sofrido penálti e pela área surgiu a finalizar várias vezes, aos 43’ até esteve bem perto de marcar, mas a bola saiu por cima da barra. Andou para a frente e para trás, para a esquerda e para a direita, e aos 54’, isolado por Sudakov, rematou para defesa de Dumrath.
Enzo Barrenechea (5) — Aos 3’ apanhou um susto, deixando escapar Boukhalfa para um ataque perigoso. Demorou a encaixar no jogo, ou seja, onde posicionar-se, que movimentos fazer, quando e onde e como pressionar. Também raramente foi a melhor solução para a saída de bola. Tinha sempre Gortler. Estabilizou depois do intervalo, aos 52’ recuperou uma bola perto da área do St. Gallen e meteu-a logo em Pavlidis, que decidiu mal.




Rafa (7) — Veloz como uma chita, desmarcou-se nas costas da defesa suíça e meteu a bola em Pavlidis no lance do primeiro golo. Aos 19’ isolou Leandro Barreiro com um toque de calcanhar. Aos 45+2’ recuperou a bola e rematou em arco por cima da barra. Aos 53’ cruzou com açúcar, mas Pavlidis e Kaminski não chegaram a tempo para encostar. Aos 65’ isolou Bah no lance do terceiro golo.
Sudakov (6) — Pouco influente na primeira parte, apesar de ter cruzado para cabeceamento perigoso de António Silva. Deu-se ao jogo na segunda parte. Aos 54’, fez um grande passe de trivela a isolar Leandro Barreiro. Três minutos depois foi derrubado por Stanic, que viu o segundo amarelo e o vermelho. Somou ainda três remates. E foi, sobretudo, uma solução ofensiva, mais confiante e com muita vontade de ter influência.
Kaminski (6) — Primeira parte negativa, com más decisões, embora com compromisso defensivo. Subiu muito de rendimento na segunda. Aos 55’ simulou receber a bola, deixou-a para Pavlidis, foi receber mais à frente para fazer assistência para o segundo golo do grego. Sentiu-se melhor quando pisou terrenos interiores.
Ríos (6) — Entrou aos 66’ e pouco depois estava a ser derrubado na área. Com larga área de ação e sem estar pressionado, até pareceu soltinho, apesar de ter poucos dias de trabalho.
Schjelderup (5) — Sem impacto ofensivo, ainda tentou acelerações pela esquerda.
Lukebakio (6) — Entrou cheio de vontade e genica, na primeira jogada deixou Owusu para trás, tirou Okoroji da frente e rematou rasteiro em arco ao lado do poste direito. Fez também a assistência para Lenglet. Manteve o ritmo alto da equipa.
Dedic (5) — Logo no primero lance já estava perto da área com a bola. Aos 90+3’, depois de arrancada, meteu a bola em Lukebakio, que decidiu mal.
Durán (5) — Apenas lhe chegou uma bola, após centro de Lukebakio, que quase nem conseguiu cabecear. Mas também vinha muito alta.
Nuno Paralvas, in a Bola

BENFICA-IMPRENSA 31 Julho GLORIOSO ARRASA SUICOS E JA ESTA NA PROXIMA FASE, SEGEM-DE ESCOCESES!! 🦅🔴

                  

🚨 BENFICA DÁ A MELHOR RESPOSTA! GOLEADA, PÓQUER DE PAVLIDIS E APURAMENTO!

                   

PAVLIDIS MATADOR CARREGOU BENFICA EM CONSTRUÇÃO!

                  

BENFICA x St. Gallen | RESCALDO ACESSO LE J1

                  

quinta-feira, 30 de julho de 2026

BENFICA ATENTO A GILBERTO MORA! BARCELONA QUER PAVLIDIS? NEGÓCIO DE TIAGO GOUVEIA CAIU!

                  

🚨 PEDRO PROENÇA QUEBRA O SILÊNCIO! A Resposta Que Está a Incendiar o Futebol Português!

                  

Gilberto Mora no Benfica: cenário possível ou irrealista? | MERCADO FLASH

                  

Até quando resiste o silêncio de Proença?

                  

"Casinhos" ou caos crónico? É preciso reset na arbitragem

                  

IVANOVIC E BARREIRO PODEM SAIR PARA FINANCIAR REFORÇOS DE MARCO SILVA!

                 

Médio do Benfica sob os holofotes árabes | MERCADO FLASH

                  

quarta-feira, 29 de julho de 2026

St. GALLEN: CONFERÊNCIA IMPRENSA PRÉ-JOGO LIGA EUROPA: MARCO SILVA INDICA O CAMINHO E FALA SOBRE!

                  

Antevisão | SL Benfica x FC St. Gallen

                 

Treino Aberto | SL Benfica x FC St. Gallen

                  

BENFICA x St. Gallen | ANTEVISÃO ACESSO LE J1

                  

Áudios e comunicados: liderança de Proença em crise? | TEMA DO DIA

                  

BENFICA-IMPRENSA 29 Julho GLORIOSO TENTA FECHAR NOVA RENOVAÇÃO E ARRUMAR O PLANTEL! 🦅

                  

🚨 PEDRO PROENÇA EM MAUS LENÇÓIS? Áudios Abalam o Futebol Português!

                  

QUEREM MAIS PROVAS DA POUCA VERGONHA?

                 

E tudo começou a ser desenhado a 24 Março de 2013 e o Maqueiro depois aprimorou, querem mais provas? São eles que o disseram, onde o queriam e o que queriam. Não foi o Benfica, nem foi os corruptos do Norte, as imagens não mentem e as pessoas nas imagens não mentem também, foram bastante eloquentes ao que queriam, e o sonho tornou-se realidade. Ele há coisas que até parece quem foram pensadas, executadas e conseguidas...👇👇

BENFICA QUER NOVO CENTRAL! GABRIEL ÍNDIO É OFICIALIZADO! NOVELA PALHINHA! E MUDANÇAS NA BALIZA?

                 

APOSTAS? MARCO SILVA ESCOLHE NETO E BANJAQUI E ENVIA OS RESTANTES PARA A EQUIPA B!

                  

Mastantuono é sonho do Benfica | MERCADO FLASH

                 

Falar Benfica #254: derrota na Suíça, amigável e o jogo da 2 ª mão

                  

terça-feira, 28 de julho de 2026

Paddock Club - Papaia é a melhor fruta para o verão

                 

Sofrimento crónico na ressaca de St. Gallen | CANTO DO BENFICA

                  

zorlaK - "Início de época sombrio para o Benfica"

                  

zorlaK - "Os planeamentos desastrosos do Rui Costa"

                  

BENFICA-IMPRENSA 28 Julho GLORIOSO COM NOVO ALVO CENTRAL E ESCANDALO NACIONAL NA ARBITRAGEM! 🦅

                  

🔥 BENFICA ATACA O MERCADO! CHALOUPEK A CAMINHO? E A NOVELA PALHINHA CONTINUA!

                   

JHON DURAN | REFORÇO 2026/2027

                  

ENTRADAS E SAÍDAS NO BENFICA: ÁGUIAS ATENTAS A STEPÁN CHALOUPEK! MASTANTUONO POR EMPRÉSTIMO?

                  

S8E01 - Nova epoca, mesmas desilusões | St. Gallen, regresso, nova época

                 

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA NO RELVADO



Vieira decidiu voltar à discussão pública. Independentemente das motivações, conseguiu aquilo que qualquer comunicador procura: alterar o centro da conversa. Deixou de se discutir apenas uma derrota europeia. Passou a discutir-se liderança, competência e capacidade para preparar um novo ciclo.
A derrota na Suíça não abalou apenas uma eliminatória europeia. Abalou também uma estratégia de comunicação.
No final da pré-temporada escrevia aqui que o Benfica tinha optado por se fechar no castelo. Uma estratégia de contenção, assente na ideia de reduzir o ruído exterior e deixar que a comunicação mais importante fosse feita dentro do campo. A lógica era simples: enquanto os resultados acompanhassem o discurso, a liderança seria protegida e o novo ciclo ganharia estabilidade.
Dias antes da derrota, Rui Costa quebrara o silêncio para enquadrar o mercado e proteger o novo ciclo liderado por Marco Silva. Procurou recentrar expectativas e dar cobertura política ao projeto. O problema é que, no futebol, poucas mensagens sobrevivem a noventa minutos. O resultado desportivo acabou por sobrepor-se à mensagem institucional.
É precisamente aqui que reside o risco desta opção.
Quando uma estratégia de comunicação assenta quase exclusivamente no rendimento da equipa, cada vitória reforça a liderança. Mas cada derrota destrói, em poucas horas, a perceção de segurança que demorou semanas a construir.
O problema nunca foi apenas o resultado na Suíça.
Foi perceber como uma única derrota conseguiu reabrir todas as dúvidas que o Benfica procurava fechar desde junho.
Nestes momentos, a pressão nunca permanece no relvado. Sobe inevitavelmente na vertical. Começa nos jogadores, passa pelo treinador e fixa-se na estrutura liderada por Rui Costa.
Foi precisamente nesse contexto que Luís Filipe Vieira decidiu voltar à discussão pública.
Independentemente das motivações, conseguiu aquilo que qualquer comunicador procura: alterar o centro da conversa. Deixou de se discutir apenas uma derrota europeia. Passou a discutir-se liderança, competência e capacidade para preparar um novo ciclo.
É essa a verdadeira dimensão das suas declarações.
A segunda mão deixa, por isso, de representar apenas uma oportunidade de qualificação europeia. Representa também um teste à estratégia de comunicação escolhida para esta época.
Porque o silêncio é uma ferramenta poderosa.
Mas apenas enquanto o campo lhe dá razão.
Quando isso deixa de acontecer, cada jogo transforma-se inevitavelmente numa conferência de imprensa. E, nesse momento, o departamento de comunicação perde protagonismo para os únicos porta-vozes capazes de alterar a narrativa: treinador e jogadores.
Próxima pergunta!

Ricardo Lemos, in a Bola 

CHALOUPEK E MASTANTUONO APONTADOS! TRUBIN, DEDIC E IVANOVIC DE SAÍDA DO BENFICA?

                 

PORQUE O BENFICA NÃO APOSTA NA FORMAÇÃO? 🤔

                 

👀 URGENTE: Benfica Oferece 20M por Lateral Esquerdo, Mas Fenerbahçe Já Está do Craque da Luz!

                  

segunda-feira, 27 de julho de 2026

DAZN F1 - A primeira de LN1

                  

DIA 30 ESTÁ JÁ AÍ...



Dizia, com muita piada, o Luís Afonso, no excelente ‘Braba e Cabelo’, a propósito do jogo do Benfica na Suíça, que «nunca há uma segunda oportunidade para deixar uma primeira boa impressão.» O que há é uma segunda-mão que pode colocar o comboio encarnado nos carris, para a grande viagem que o espera em 2026/27. Eliminar o St.Gallen deve ser, acima de tudo, para os da Luz, um ponto de honra.
Quis o destino, em forma de surpresa a que chamou Torreense (foi surpresa, sim, mas feita de mérito e superação!), que Benfica e SC Braga tivessem que fazer de jogos oficiais de acesso a competições europeias, jogos de preparação.
Mais penalizados os da Luz - que para agravar a situação têm sido pouco lestos no reforço do plantel - do que os de Braga, em função do Campeonato do Mundo, cada um a ter de fazer pela vida porque não há calendário que lhes valha como desculpa, em caso de insucesso. Para já, o conforto dado por uma vitória fora mora na Pedreira, enquanto que se sente o fervilhar da nação encarnada, após a derrota (e sobretudo a forma como perdeu) na Suíça. No final do St. Gallen-Benfica, o treinador germânico dos helvéticos teve uma frase bem humorada, a que o Benfica deve agarrar-se: «É pena que haja segunda volta.»
O jogo da próxima quinta-feira, onde Marco Silva contará com mais umas gotas do conta-gotas que tem sido a disponibilidade dos seus jogadores, deve ser encarado pelos encarnados como a final que é, para a Liga Europa, claro está, mas sobretudo para o prestígio europeu do clube.
Recordo que há pouco mais de um ano o Benfica registou, na Luz, o pior resultado do seu longo percurso na UEFA, ao perder (depois de estar a vencer por 2-0) com o Qarabag por 3-2, na fase de grupos da Liga dos Campeões. Mais tarde, o golo de Trubin ao Real Madrid levaria a equipa de Mourinho à fase a eliminar, onde viria a cair aos pés dos merengues. Mas se não há detergente que limpe essa nódoa no currículo, frente aos azeris, o mesmo pode ser dito de uma eventual eliminação pelo St. Gallen.
Li várias declarações de personalidades do universo encarnado a queixarem-se da falta de atitude dos jogadores, na Suíça. Não concordo, via-se que a entrega ao jogo era boa e a vontade de ganhar, muita. O que faltou - e faltou mesmo - foi personalidade para ter bola e mandar no jogo, houve jogadores que se esconderam (e quando a cabeça não ajuda e as dúvidas se instalam, o caldo está entornado…), obrigando outros a saírem de posição para darem linhas de passe, e alguma descoordenação defensiva no jogo aéreo.
Nada disto teria o impacto que se conhece se os jogos fossem a ‘feijões’, como seria normal nesta fase da pré-época. Mas não são. E a segunda-mão frente ao St. Gallen é uma oportunidade perfeita para aqueles que têm mais responsabilidades darem um passo à frente, mostrando o caminho aos ‘rookies’, e outros deixarem de acusar tanto o peso da camisola. Por muito bons que sejam, se a camisola lhes pesar demais e tolher os movimentos, o melhor mesmo é encontrarem futuro noutras paragens. Depois, há a questão política, reavivada por uma época insossa, e por várias decisões questionáveis: se o campo de batalha das várias fações for o interior das quatro linhas, procurando atingir Marco Silva para fragilizar Rui Costa, não tardará e ouvir-se-ão justificados sinais de regozijo vindos de Alvalade e do Dragão. O ex-treinador do Fulham merece, pelo crédito que conquistou, que lhe deem tempo para apresentar serviço, precisando, para isso, pelo menos, de ter o plantel completo à disposição. Pois é. Mas quinta-feira já está à porta…
Tadej Pogaçar, a estrela que joga em equipa
Pogaçar já está junto de Anquetil, Merckx, Hinault e Indurain, no ‘clube do penta’ do Tour. Mas, na segunda-jornada do Alpe d’Huez, apesar de ser quem é, transformou-se em gregário de Del Toro, levando o mexicano, às costas, até ao pódio de Paris. Esta humildade, só a têm os grandes campeões. E é por isso que recebem, como retorno, tudo o que a equipa tem para lhes dar. E há quem ainda não perceba isto…
Pedro Gonçalves
‘Pote’ já disse adeus a Alvalade, onde marcou uma época, com um futebol de fino recorte, deixando como imagens de marca muitas finalizações subtis, com passes para o fundo das redes adversárias, sem necessitar de rematar. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…
Nélson Évora
O campeão olímpico de Pequim/08, sagrou-se campeão nacional do triplo-salto, aos 42 anos, com uma marca 1,71 metros abaixo do seu melhor. Louva-se a persistência de Nélson Évora, os 16m03 conseguidos, para a sua idade são respeitáveis, mas, pergunta-se, onde estão os sucessores?
DUQUE
Rui Costa
Bastou um jogo negativo do Benfica para se ver sob uma chuva de ataques e críticas, que prenunciam ventos e tempestades se a temporada não correr de acordo com as aspirações dos encarnados. Com a imagem desgastada, Rui Costa só pode responder de uma forma: ganhando.
ALMA DE CAMPEÃO. Impressionante o número de adeptos que acorreram ao estádio do Dragão para a apresentação da versão de 2026/27 da equipa de Francesco Farioli. Foi perante casa lotada que o FC Porto derrotou o Aston Villa (nesta fase da temporada o resultado nem é o mais importante, o mesmo não podendo dizer-se do banho de confiança dado aos azuis-e-brancos), revelando uma coesão clubística que nunca deve ser subestimada. Sabendo-se que é sempre mais difícil renovar o título do que conquistá-lo pela primeira vez, a pronúncia do norte ecoou alto naquele que pode ser o primeiro aviso sério à concorrência…

José Manuel Delgado, in a Bola 

⚽ Ronaldo vs Messi, mercado do Benfica e luta pelo título - DELETRA (EP.46) c/ Tomás Machado

                  

BENFICA: DEIXEM JOGAR O GONÇALO



 A época passada acabou mal, a nova começou pior e na Luz não há tempo para esperar. Equipa grita por sangue fresco e irreverência e ontem era tarde para apostar, de vez, em Gonçalo Moreira

A única boa notícia que o Benfica trouxe do horripilante jogo em St. Gallen foi a possibilidade de, na quinta-feira, na Luz, dar a volta à eliminatória para evitar um dos maiores vexames europeus de que há memória, mas só o facto de a passagem a uma 3.ª pré-eliminatória de Liga Europa estar em risco é revelador do estado de desgoverno a que chegou o clube.
Desde 24 de maio, data da final da Taça de Portugal, que o Benfica sabia que arrancaria a temporada muito cedo e, dois meses volvidos, quase tudo continua por resolver no mercado. É difícil de compreender, por exemplo, que António Silva esteja a jogar com a braçadeira de capitão, quase por favor e com o selo de vendido por não haver outra opção ou que Tiago Gouveia seja utilizado na Suíça horas antes de ser transferido para o México. Na Luz, a temporada 2026/2027 nasce torta e o Benfica parte muito atrás de FC Porto e Sporting para ela.
Ao deixar a segurança do Fulham e o prestígio da Premier League para ser a última boia de salvação de Rui Costa, Marco Silva saberia do monstruoso desafio em que se estava a meter, mas, estou certo, ao meter a mão na massa, é que se terá feito o clique do quão difícil será recolocar o Benfica no caminho certo. Se do planeamento da estrutura quase nada de bom o treinador pode esperar, há, para lá do urgente regresso dos mundialistas, outras notícias de quem já cá está que poderão ser animadoras. José Mourinho fez-lhe vista grossa na época passada (um mísero minutinho em campo, contra o Nacional), mesmo com a equipa a definhar, mas há muito que Gonçalo Moreira merece outro tratamento e pode ser ele o farol de que a equipa precisa.
Aos 20 anos, Gonçalo está na fase em que ou é aposta, ou pode ficar no baú dos esquecidos como tantos outros, e com Sudakov a ser um fantasma da versão do Shakhtar Donetsk, pode ser a hora dele. É certo que a amostra ainda é curta, foi apenas um jogo-treino com o Belenenses, da Liga 3, mas há uma energia contagiante, rapidez de processos e leitura de jogo que não enganam.
Gonçalo Moreira é daqueles que fazem a equipa andar e, hoje, os dedos de uma mão chegam para contar os jogadores do plantel do Benfica com essas valências. Não é por ser da formação que tem de jogar, naturalmente, mas o Benfica até nem se deu mal quando apostou em Ferro, Rúben Dias, Gedson, Florentino e João Félix (2019), ou em António Silva e João Neves (2023), certo?
Francisco Vaz de Miranda, in a Bola

BENFICA-IMPRENSA 27 Julho GLORIOSO INICIA SEMANA EUROPEIA CRUCIAL E COM MUITOS DOSSIERS EM ABERTO! 🦅

                   

💣 MERCADO DO BENFICA AO RUBRO! Leo Sauer na Mira... Palhinha COMPLICA TUDO! 🔥

                  

BOLA AO CENTRO (T4)- Ep. 215: VERGONHA EUROPEIA E CORDA AO PESCOÇO!!! 🦅🔴

                 

DESNORTE? ENTRADAS, SAÍDAS E DUVIDAS NO CORREDOR ESQUERDO DO BENFICA!

                 

T11, Ep. 70 | Benfica arruma a casa e sonha com Palhinha

                 

domingo, 26 de julho de 2026

BENFICA 2026-27 ● 10 TRANSFERÊNCIAS QUE O BENFICA AINDA VAI FAZER NESTE MERCADO!

                  

Falar Benfica: Os rapazes da Gomes Pereira #08

                  

San Jose Earthquakes vs. LA Galaxy | Full Match Highlights | LATE PK DRAMA in Cali Clásico!

                  

Portland Timbers vs. Real Salt Lake | Full Match Highlights | Felipe Mora FAREWELL BRACE!!

                  

LAFC vs. Sporting Kansas City | Full Match Highlights | Son & Bouanga BACK ON TARGET!

                  

San Diego FC vs. FC Dallas | Full Match Highlights | Alejandro Alvarado BRILLIANT FIRST MLS GOAL!

                  

St. Louis CITY SC vs. Colorado Rapids | Full Match Highlights | TIGHT TILT AGAINST TEN MEN

                 

Orlando City vs. Nashville SC | Full Match Highlights | Griezmann HOME DEBUT!

                  

Minnesota United vs. Vancouver Whitecaps FC | Full Match Highlights

                  

Houston Dynamo FC vs. Austin FC | Full Match Highlights | Battle for Texas!

                  

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D.C. United vs. Toronto FC | Full Match Highlights | Stoppage Time Game-Winner!

                  

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Philadelphia Union vs. Seattle Sounders FC | Full Match Highlights

                  

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Columbus Crew vs. FC Cincinnati | Full Match Highlights | Hell Is Real Brings the HEAT!

                  

Red Bull New York vs. Charlotte FC | Full Match Highlights

                  

BENFICA-IMPRENSA 26 Julho GLORIOSO DESPEDE-SE DE ANTONIO ESTA SEMANA E APOSTA EM NETO NA ESQUERDA! 🦅

                  

🔴 BENFICA GANHA ÂNIMO! PRESTIANNI BRILHA E DURÁN ESTREIA-SE A MARCAR!

                  

Enzo Le Fée Screamer | Liverpool 4 - 2 Sunderland | Pre-Season Highlights

                 

5 JOGADORES DO BENFICA QUE SE MOSTRARAM A MARCO SILVA!

                  

BENFICA QUER MAIS REFORÇOS: JOSIP SUTALO VAI SER APOSTA? AMOURA VOLTA A SER ALVO! PUERTA APONTADO!

                  

PARA ONDE CAMINHAS, BENFICA?

 


Com investimentos de 100 milhões a navegar à vista, o Benfica assiste à desvalorização acelerada do plantel. Quando a liderança falha e o rumo se perde, o abandono ataca o talento

O que faz com que todos os jogadores de um clube — leia-se, neste contexto, Benfica — pareçam verdadeiros amadores perante os dos rivais? Como é que um plantel de 100 milhões em reforços é agora, ao fim de poucos meses, tão frágil para especialistas e opinião pública? Nem todos são excecionais, como é óbvio, mas deixar-se ir do 8 ao 80 é um caminho tortuoso. Mesmo que a exigência na Luz seja maior e a paciência rarefeita.
É óbvio que Barrenechea parece hoje pior do que quando chegou e o mesmo se pode dizer de outros. Dahl será mais ou menos o mesmo apesar da visão apaixonada de Mourinho, Pavlidis marcará menos golos do que já marcou, Sudakov ainda nem toca com a ponta dos dedos a linha que limita por baixo o seu potencial. Mas porque corre mal com todos? Na Luz, escolhe-se (quando se escolhe) assim tão mal? Ou não se valoriza inteligência e resiliência com igual grau de exigência?
Tanta tinta já se gastou para se escrever que se navega à vista e que um clube moderno não pode ser liderado assim. Cada jogador é obrigado a caminhar numa prancha sobre um mar atolado de tubarões desde o primeiro dia, porque quem os trouxe sentou-se no gabinete a jogar Solitaire enquanto não lhe marcam nova viagem. Não se cria sentimento de pertença. Não se canta o passado. É errado pensar que a instabilidade não contamina o balneário. Que os jogadores não sentem abandono. E que os treinadores veem mais complicada a tarefa de os convencer de que tudo vai funcionar. Que é o passo essencial para que tudo funcione. Como se atacam a sério jogos que daqui a alguns dias pouco sentido farão para quem os joga. Se já sabem que não contam com eles. Sem liderança, não há rumo. E todos se perdem. A comunicação não é eficaz. E o sim, o não e o talvez parasitam a mente de quem está sempre na fronteira entre vitória e derrota.
A preparação foi tão má que colocou em risco a primeira competição. Não é suficiente saltar da cadeira em fúria, dar murros no ar, levar as mãos à cabeça. Rui Costa tem razão quando diz que há plantel para o St. Gallen, mas isso não chega. A pergunta continua sem resposta: o que quer ser este Benfica daqui a cinco anos?
O Rui Costa-presidente nunca teve conserto. Não se lidera a bater no peito e a pedir desculpas, renovando promessas que nunca se cumprem. O cenário é aterrador. Já não é o fantasma de um novo Vale e Azevedo que deve preocupar sócios e adeptos. É mesmo o mundo real. É tempo de reconhecê-lo, Rui!
Luís Mateus, in a Bola