sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

BENFICA VENCE SPORTING EM ALCOCHETE - O TRIUNFO DOS BAIXINHOS

 


"Três jornadas volvidas no Nacional de Sub 19 e o Benfica lidera com nove pontos. Mais oito que o Sporting, adversário de hoje em Alcochete.
O mais fascinante da geração encarnada é a (não) dimensão física do seu sector intermédio. Puro Talento de João Neves, Diogo Prioste, Nuno Felix e Hugo Felix, a armada “baixinha” do Seixal.
Todos nascidos em 2004, são puro talento na gestão do ritmo do jogo. Energéticos, inteligentes e técnicos.
João Neves, foi interior e dos seus pés nasceram os ataques mais prometedores. Difícil perceber-lhe erro técnico. Define sempre bem com qualidade técnica e visão de jogo. Há que o seguir de perto tamanha é a sua qualidade.
Diogo Prioste, o outro interior é como um “relógio suiço”. Dá seguimento a cada bola que lhe passa pelos pés com máxima eficiência e eficácia. Não perde a posse, não erra passes e decide sempre a preceito. Não tem a criatividade de Neves ou Felix, mas contribui para o carrossel da posse encarnada com a velocidade das suas decisões.
Nuno Felix foi o “seis” e prima / primou por encontrar sempre espaço e forma de receber a bola para ligar o jogo com os homens da frente. Uma orientação para o jogo notável que lhe permite dar fluidez aos ataques da sua equipa. Guarda a bola, roda sobre os opositores, não se atemoriza e entrega sempre com qualidade máxima.
Hugo Felix é puro talento. Partiu da posição de extremo, mas sempre com olhos e pés no corredor central. A qualidade do seu passe e os argumentos individuais que lhe permitem sair da pressão dos oponentes são marca de quem com a sua criatividade e acerto técnico pode decidir um jogo a qualquer momento. Os seus livres diretos são “açúcar”."

COMO O BENFICA E GONÇALO RAMOS TIRARAM A BOLA AO AJAX

 



"O jogo que colocou frente a frente dois históricos do futebol mundial veio mostrar na globalidade um Benfica melhor do que tem estado ultimamente e um Ajax menos dominador do que o habitual. Podemos sempre alegar que tem que ver com uma questão de uma equipa tentar superar uma crise através da motivação que um jogo de champions dá ao plantel ou que a outra não esteve tão inspirada. Contudo, é redutor ver o jogo apenas do ponto de vista psicológico e emocional.
O jogo de Gonçalo Ramos foi destacado tanto através da TV como através de vários meios de comunicação social. Principalmente na segunda parte o jovem português cresceu e apareceu muito mais vezes em situação de podemos alvejar a balizar ou definir jogadas em favor dos seus colegas. Contudo, houve todo um jogo sem bola que Gonçalo Ramos trouxe na exibição de ontem. Todo um jogo que foi fulcral para que o Benfica conseguisse suster o Ajax e até em certos períodos ficar por cima do jogo.
O Ajax é uma equipa conhecida pelo bom futebol que pratica e pelos vários golos que marca, especialmente na liga dos Países Baixos. O domínio que exerce sobre os seus adversários advém também de uma posse de bola constante durante todo o jogo. A equipa sente-se confortável a jogar em organização ofensiva e com percentagens de posse de bola elevadas. Tudo começa no seu médio defensivo que vem receber aos centrais e distribui a partir daí. Edson Álvarez é um 6 que joga com o número 4 nas costas. É um jogador com pulmão, capaz de cobrir uma boa área do campo sempre que a sua equipa está balanceada no ataque e acima de tudo, funciona como um pendulo dá as coberturas e apoios aos médios mais criativos.
Nélson Veríssimo entregou a missão a Ramos de fazer com que Edson não pudesse receber. Isto iria deixar o Benfica numa posição favorável porque se Edson não recebe, a construção do Ajax não é tão eficiente e muitas das bolas teriam de ser batidas na frente. Na segunda parte, melhorou ainda mais esse procedimento e o Ajax passou por dificuldades para sair do seu meio campo defensivo durante um largo período.
Além disso, Gonçalo Ramos ainda tirou Edson do corredor central várias vezes fazendo com que houvesse espaço para se jogar em frente área neerlandesa."

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 "0

Que não é zero, mas nulo na diferença entre Benf9ica e Ajax para a segunda mão. A 2.ª parte foi excelente, e tivemos oportunidades claras para conseguirmos a reviravolta no marcador. A eliminatória está em aberto, e só precisamos de que este nulo termine em pelo menos 1 a nosso favor. Acredito que vamos passar!

6
Segundo o GoalPoint, Rafa criou 6 ocasiões, uma delas flagrante, frente ao Ajax. Que grande exibição, especialmente no segundo tempo, obrigando Ten Hag, o treinador adversário, a substituir Blind por Tagliafico no lado esquerdo da defesa para tentar parar Rafa e evitar assim a eventual derrota;

11
O Benfica é campeão nacional de atletismo em pista coberta pela 11.ª vez, a 9.ª nas últimas 11 temporadas;

12
Henrique Araújo marcou pelo 2.º jogo consecutivo pela B e passou a ocupar a posição cimeira dos goleadores da II Liga, com 12 golos. Mas, nestes 3-0 ao Farense, é o 3.º golo, uma obra de arte de Fabinho, que dificilmente será esquecido;

20
Vlachodimos ascendeu à 20.ª posição dos jogadores com mais jogos pelo Benfica (81, incluindo particulares) neste estádio da Luz, a par de Fejsa e Rubem Amorim;

41
Rafa assistiu Taarabt para golo no Bessa e tornou-se no 4.º, pelo Benfica, com mais assistências nas últimas 10 temporadas. Leva 16 nesta época;

47
Grimaldo igualou José Luís em número de 'jogos oficiais' (238) pela primeira equipa do Benfica e é agora o 47.ª neste ranking;

55
Rafa chegou aos 219 'jogos oficiais' pelo Benfica, juntando-se a Guilherme Espírito Santo na 55.ª posição dos futebolistas com mais jogos pela equipa de honra benfiquista em competições oficiais;

100
Weigl cumpriu o 100.ª 'jogo oficial0 de águia ao peito no Bessa."

João Tomaz, in O Benfica

FORÇA DA TÁTICA | SL BENFICA, É DESTA QUE O MEIO CAMPO ESTÁ ENCONTRADO?

 



"O que achaste da exibição dos encarnados frente ao AFC Ajax?

Na opinião de Nélson Veríssimo, o SL Benfica realizou ontem o melhor jogo desde que este assumiu o leme da equipa. A opinião é generalizada… foi mesmo o melhor jogo do SL Benfica com Nélson Veríssimo. Porém, tirando períodos da segunda parte, ainda longe daquilo que é necessário para competir na luta por títulos.
Desde o arranque da época que o SL Benfica, seja com Jorge Jesus, seja com Nélson Veríssimo, tem tido dificuldades em encontrar um onze base.
Com Jesus, parecia que a dúvida era nos elementos do ataque, já com Veríssimo parece que a questão se prende com centro do meio campo. Já por aqui passou João Mário e Paulo Bernardo, mas ultimamente tem sido Taarabt a assumir o lugar.
Contra o Ajax, poder-se-ia pensar que o treinador dos encarnados iria jogar de forma mais conservadora e abdicar do marroquino em favor de Paulo Bernardo ou João Mário. Contudo, a aposta foi na continuidade de Adel no meio campo e, se calhar, contra o que seria de esperar, este foi dos melhores jogadores em campo.
Taarabt, com a sua capacidade única de quebrar linhas de pressão em condução, vem trazer uma ligação entre setores que nem sempre existe no jogo encarnado. No jogo com o Ajax, Adel juntou à sua habilidade técnica a novidade de bem defender e a capacidade de ter em Gravenberch uma referência individual que raramente deixou escapar.
Com isto, limitou o camisola oito do Ajax durante grande parte do jogo e várias vezes conseguiu sair de espaços apertados e iniciar transições ofensivas que deixaram a equipa neerlandesa desequilibrada.
Não esteve sozinho. Pode parecer que Weigl esteve fora do jogo, mas não. O alemão esteve mais limitado a bloquear a entrada de bola em Berghuis e a verdade é que o reforço do Ajax não conseguiu fazer um jogo ao seu nível habitual, principalmente na segunda parte.
O SL Benfica desenhou um triangulo ao contrário do que costuma fazer na Primeira Liga, metendo Weigl e Adel lado a lado e Gonçalo Ramos uns metros à frente.
Na liga interna, o SL Benfica por hábito deixa Weigl sozinho com Adel e Ramos à sua frente devido a passar a maior parte do tempo no meio campo ofensivo, mas neste jogo em específico o centro do campo foi desenhado de forma a encaixar de forma perfeita no meio campo da equipa dos Países Baixos.
Weigl encostou em Berghuis, Taarabt em Gravenberch e Ramos em Edson Álvarez. E com isto o SL Benfica conseguiu que o Ajax não tivesse a posse de bola a que está habituado.
Podemos considerar que o Ajax esteve desinspirado, o que em parte pode ser verdade, no entanto, há que atribuir mérito à preparação do jogo por parte de Nélson Veríssimo que percebeu que o adversário efetivamente marca muitos golos e joga um futebol agradável mas que isso se deve a ter sempre muito tempo a bola em seu poder.
O SL Benfica soube roubar parte do ouro ao adversário e com isso as maiores estrelas adversárias não brilharam. Será este um meio campo para manter?"

1071 DISTINGUIDOS



 "Neste fim de semana de intensa atividade desportiva, temos um dos momentos cimeiros, a cada ano, da vida associativa benfiquista. É já amanhã, dia 26, que serão entregues os Anéis de Platina e os Emblemas de Dedicação, num total de 1071 Sócios distinguidos! E temos uma nota final para mais uma decisão do Conselho de Disciplina que causa perplexidade.


1
O Sport Lisboa e Benfica é tão forte quanto a força da sua massa associativa. A vitalidade e a militância dos sócios benfiquistas, sem paralelo no nosso país e caso raro no mundo, é o principal fator de diferenciação do nosso Benfica. É, por isso, da mais elementar justiça que haja da parte do Clube o justo reconhecimento e distinção da importância e relevância dos seus Sócios, simbolicamente demonstrado, todos os anos, pela realização da cerimónia de entrega dos Anéis de Platina e os Emblemas de Dedicação.
Em 2022 são 1071 os Sócios agraciados. Serão entregues 38 Anéis de Platina, 347 Emblemas de Ouro e 686 Emblemas de Prata pelos, respetivamente, 75, 50 e 25 anos de vínculo associativo ao Clube. A lista pode ser consultada na edição desta semana do Jornal O Benfica e no Site Oficial.

2
A agenda desportiva para os próximos dias está muito preenchida. E começa já hoje à tarde, com um dérbi nos Sub-19, em Alcochete, às 15h00. Três horas depois, a nossa equipa B joga em Chaves. À noite (21h00), em Loulé, a nossa equipa de futsal disputa, com o Braga, os quartos de final da Taça da Liga.
No sábado destacamos as meias-finais da Taça da Liga de futsal (feminino) às 11h00 com a Novasemente e, nos masculinos, caso nos apuremos, a meia-final da Taça da Liga de futsal frente ao FC Azeméis (21h00).
No domingo, temos o Benfica – Vitória de Guimarães às 18h00 no Estádio da Luz e, no Benfica Campus às 13h00, o desafio importante para as contas do título frente ao Famalicão em futebol (feminino).
Entre muitos outros jogos, realçamos a possibilidade de conquista de dois troféus no futsal, mas para tal há que chegar às finais, e os dérbis com o Sporting, em Alcochete, nos Sub-17 (16h00) e no Benfica Campus, às 11h00, em Sub-15.

3
Chamamos também a atenção para o derradeiro dia de votação para os Galardões Cosme Damião. Os registados no Site Oficial podem votar até às 19h04 de hoje, dia 25. E recomendamos a leitura da peça publicada no Site Oficial acerca da entrevista concedida à CBS Sports por Pedro Marques, diretor técnico do Benfica Campus.

4
Consideramos inenarrável e repudiamos veementemente o acórdão do Conselho de Disciplina sobre o caso decorrido após o jogo entre as equipas B de Benfica e FC Porto em maio passado.
A argumentação usada para reduzir a uma tentativa o que, aos olhos de todos, foi evidentemente uma agressão é ridícula.
Diz o Conselho de Disciplina que, não havendo dolo, a agressão não passa de uma tentativa. Ou seja, é como quem diz que até houve agressão, mas sem consequências, logo a agressão, que de facto aconteceu, ficou-se pela tentativa. É demasiado contorcionismo para atenuar um ato inaceitável.
Este caso é só mais um a comprovar que o Benfica teve razão ao pedir a dissolução deste Conselho de Disciplina."

O LOBO E A SUA CONSCIÊNCIA

 


"Capitão da seleção argentina, Carrascosa vivia magoado com a ditadura no seu país. Recusou participar no Mundial-78.

A Final de Los Papelitos, no Monumental de Nuñez, no dia 25 de junho de 1978, foi, decididamente, um dos maiores espetáculos da história de todos os Campeonatos do Mundo. Nada poderia, nesse final de tarde, dobrar o fanatismo argentino. Nem a força política de um movimento que começou por ter o nome sebento de Proceso de Reorganización Nacional, que destituiu a presidente María Estela Martínez de Perón no dia 24 de março de 1974, ensaiando uma espetacular prisão no aeroporto Jorge Newberry.
Quando Daniel Passarella ergueu a Taça do Mundo perante um povo que chorava como Madalenas e rasgava as roupas de felicidade quase raivosa, milhares de sindicalistas, estudantes e ativistas políticos apodreciam nos cárceres do general Videla que aproveitara a competição para propagandear as virtudes da sua miserável ditadura.
Não foi certamente por acaso que Alexandre O’Neill escreveu, na noite anterior: «Em Buenos Aires, no River Plate/a seis campos de futebol (medidas máximas)/do Centro onde, entre outros primores de jogo/se chutavam testículos, mamas e cabeças/a Taça do Mundo ferverá nas mãos de quem a ganhar/de quem a empunhar, de quem por ela beber/A MERDA DE TER LÁ IDO». O Centro de que falava O’Neill era um edifício pertencente à Marinha Argentina que ficava a apenas 200 metros do campo do River Plate e no qual se perpetravam as piores torturas imagináveis.
O Monumental de Nuñez não fica em Nuñez, um dos bairros finórios de Buenos Aires. Fica em Belgrano, outro bairro de gente finíssima, logo ali ao lado, e chama-se Estádio Antonio Vespucio Liberti, o presidente do clube que o mandou construir.
María Estela foi fechada na Residencia El Messidor e um canalha de nome Jorge Rogelio Villarreal, também general, pois então, avisou através das rádios e da televisão: «Las Fuerzas Armadas han decidido tomar el control político del país.» A expressão resolvido é quase poética. Sobretudo quanto proferida por uma cavalgadura de 88 patas. Quatro anos mais tarde, naquele preciso momento em que Passarella, o capitão da Argentina que derrotou a Holanda no prolongamento, com golos de Bertoni e de Mário Kempes, empunhou o troféu de ouro maciço sem sentir que ele fervia nas suas mãos, estava a ser, talvez inocentemente, quem sabe?, um usurpador.
Jorge Carrascosa tinha por alcunha El Lobo. Em 1973, com outros dos argentinos campeões do mundo, René Houseman, formara uma dupla extraordinária no Huracán. Ficaram conhecidos como El Lobo e El Loco. O adeptos divertiam-se com o seu jogo imaginativo e inesperado. E todos os companheiros olhavam para Carrascosa com a admiração que é devida a um líder.
Jorge nasceu para ser capitão e campeão. Estava-lhe no sangue. Exibia um rosto sempre sério e tinha, geralmente, uma atitude fria para com aqueles que o abordavam. No fundo, tratava-se de timidez. Vivia no meio de um futebol apodrecido.
O campeonato argentino pululava de árbitros corruptos, de jogadores que se dopavam e, sobretudo, de uma incontrolável violência em todos os estádios. A pouco e pouco, foi deixando de estar apaixonado pelo jogo. Tornou-se uma voz crítica.
Acusaram-no de hipocrisia, de excesso de amargura. Logo a ele que usava a braçadeira de capitão da equipa das camisolas às riscas brancas e azuis celestes.
Jorge Carrascosa e Luís César Menotti tinham uma relação de amizade cúmplice. O treinador escolhido para guiar a Argentina até à conquista do seu primeiro título mundial, gostava de o ouvir falar e confiava nele para comandar os companheiros. El Lobo era um líder. E ninguém, em campo, punha em causa a sua liderança.
Durante o Campeonato do Mundo de 1974, Carrascosa viu-se confrontado com um episódio que mexeu com a sua consciência. A Federação Argentina, correndo o risco de não se qualificar para a segunda fase, ofereceu um incentivo financeiro aos polacos para que estes vencessem a Itália. «Eso eres un follón», exclamou em plena cabina. «Mirá, si alguien va a jugar mejor porque le den más plata…». Para sua surpresa, a Polónia ganhou mesmo. E Jorge sofreu mais uma desilusão.
El Lobo era um homem que caminhava pelo lado esquerdo da vida. Continuou as suas conversas profundas com Menotti, aceitou continuar a ser capitão de um grupo que se ia preparando para atingir um momento único na história do futebol, mas numa entrevista deixou claras as suas ideias em relação ao que se passava no seu país:
«No es necesaria una dictadura militar para dejar el fútbol. Hay muchas cosas que pasan en este sistema de vida que te hacen dejar, perder las ilusiones». Na véspera da convocatória para o Mundial de 1978, ligou a Menotti: «No va más, Cesar...».
A sua consciência não o deixou ser campeão do mundo."

VEJAM AS DIFERENÇAS DAS PRIMEIRAS PÁGINAS, LIXO É ISTO MESMO...




 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

CENTRALIZAÇÃO...

 


"Hoje é um dia muito importante no nosso clube. Somos feitos de esperança e hoje é bom que sintam que ainda temos alguma esperança neste mar turbulento que vamos passando sem fim.
Mas o que quero trazer é outra coisa. Hoje sai nas capas em pequeno este destaque da centralização, um chavão usado e foi dado mais gasolina pelo Proença (como não confiar lol, não é Benfica?) Vou dar a minha opinião muito ao de leve sobre isto.
O Benfica nunca mas nunca deve aceitar, e estou bem a cagar para a pacificação do futebol. Quer dizer estes clubes que nos odeiam , que não deixam entrar os nossos adeptos com adereços querem agora ganhar à pala de venda de imagem do Benfica?
Com preços de bilhetes absurdos, com a falta de respeito constante que nos fazem constantemente.. e agora para negociar a centralização já se anda com a conversa pelo bem do futebol?
O Benfica não é publicidade de ninguém e de a liga quer vender a sua imagem então é melhor pelo menos sermos respeitados - já nem falo dos roubos- isto é tudo tão óbvio que sinceramente só mesmo um presidente mão de manteiga vai aceitar.
Mas alguma estação de tv num país qualquer do mundo onde veja 1/3 dos jogos só de uma jornada se interessa por isto? Estádio vazios, confusões, más arbitragem, simulações , perdes de tempo. Tenham noção."

ROMAN...