terça-feira, 28 de janeiro de 2025

LAGE E OS MIÚDOS À VOLTA DA FOGUEIRA (RUI COSTA INCLUÍDO)



 Presidente do Benfica continua a ser incapaz de sair em defesa dos seus nas horas mais difíceis ou então de tomar decisões mais radicais que protejam o clube. Sentou-se, mais uma vez, a assistir ao espectáculo como se nada fosse com ele.

Rui Costa chegou e sentou-se na primeira fila, como aliás faz quase sempre. Nem precisou de arranjar bilhete para o espetáculo (deprimente, ressalve-se). Tem connections.
Ao fazê-lo, voltou a dizer aos sócios e adeptos, ainda que não verbalmente, que aquilo não era nada com ele. Estava ali como todos os outros, um elemento estranho ao que se ia passar. Talvez tenha sido convocado por Lage, como os jornalistas.
Bruno Lage caminhava, até de forma alegre, quase infantil, para a fogueira. Muito do seu futuro no Benfica ardia ali, porém parecia não o saber.
Dois áudios tinham-no tramado. O que era mais ou menos privado, para dois grupos de adeptos, em momentos e locais diferentes, tornara-se público. Duas vezes. O que o tinham tornado público, de uma conversa muito maior, defendeu-se, não era bonito. Embora, com o devido contexto, de acordo o próprio, não tenha sido tão mau quanto isso.
Foi errado o que lhe fizeram, contudo Bruno Lage não tem, em nenhum momento, de se explicar a adeptos. No limite, terá de fazê-lo com o presidente, esse sim, sempre muito preocupado em como estes o têm em conta.
Os adeptos e associados são o apoio mais volátil do mundo. Não querem saber de explicações, logo porque não as conseguem entender. Querem, sim, resultados e títulos. Para serem os maiores nas conversas de café.
Mais. Bruno Lage não pode ainda pensar que tem retórica suficiente para explicar o explicável, quanto mais aquilo que não tem explicação. A conferência que quis dar foi uma absoluta confusão, de ideias feridas de lógica e sentido. E cheias de contradições.
A conclusão que tirou da falta de impacto das suas palavras no balneário por já as ter dito aos próprios e até antes na sala de Imprensa (aqui, talvez não tenha sido bem assim) é assustadora. Surreal. Não tem o técnico noção de que o problema é a exposição (agora pública) dos seus jogadores? Os que não saltam, não dão três toques seguidos e têm de jogar porque não serão vendidos pelo preço certo e depois não há dinheiro para comprar outros. O que é que o treinador tem que ver com isto? Deve estar limitado por isto?
Embora precisasse, após o fracasso no Botafogo, Bruno Lage não estava obrigado a aceitar um segundo convite para treinar o Benfica, depois de ter acabado a primeira passagem completamente isolado pelo mentor do atual presidente, também ele presidente.
Sabia que, ao chegar depois de o mercado fechar, não tinha talvez os jogadores certos para o que pretendia fazer. Aceitou essa condicionante assim que assinou contrato.
Sabe o técnico igualmente que não é num mercado de janeiro que se reestrutura um plantel, mesmo que sinta que lhe faltam jogadores e tempo. Porque jogar de três em três dias não lhe permite fazer evoluir a equipa e, além disso, não possui as peças certas. É altura de um ou outro ajuste. Como Manu pareceu ser.
Depois, aquela pergunta aos adeptos, quase ao jeito do «e o burro sou eu» de Luiz Felipe Scolari, sobre que culpa tem pelos problemas nas bolas paradas, pela incapacidade da equipa se associar e pelos erros na construção... Não deveria saber que tem toda? Exceto, claro, na escolha do grupo.
Infelizmente para Lage, a resposta passa por trabalho e por escolher bem entre o que tem.
Porque se só tiver jogadores para lançar, transportar e correr não conseguirá jogar em ataque posicional. Ou controlar os jogos com bola.
Se tira Tomás Araújo (e Aursnes, embora o tenha desgastado ao ponto de agora ter de o gerir com pinças) do onze, a equipa baixa naturalmente na capacidade de sair a jogar e o risco de errar aumenta (há quem ache que o melhor é bater na frente, espero que não seja o caso).
E se não consegue obrigar os seus jogadores a saltar nos cantos e livres então que líder é? Quem mais o poderia fazer?
Sinceramente, gosto de Bruno Lage. Acho que é um bom treinador, sobretudo no lado estratégico e planeamento do jogo. Acredito que seja boa pessoa. No entanto, está tão instável que esse lado explosivo afeta tudo o resto. Primeiro, pareceu algo a que se forçou, para se distinguir do antecessor. Agora, soa muito a desequilíbrio emocional. E não aparenta estar perto de voltar a cair em si.
Sem privilegiar o racional, as decisões estarão a ser as mais corretas? As escolhas? Será que Rollheiser e Prestianni não poderão mesmo ajudar a equipa? Ou outros, da equipa B? Está a mensagem a ser lúcida e a passar para todos? Os líderes em que confia serão os mais acertados?
Talvez tenha de querer menos e de simplificar. Acalmar-se.
Terá sobretudo de jogar com os melhores, sejam os seus ou não.
Deve esquecer o mercado e o que vem depois, pôr de lado alguma gratidão que sinta que deva e compromissos que queira assumir, concentrar-se no agora e nos objetivos que tem.
Embora, depois desta conferência, pareça ser tudo demasiado tarde.
O balneário está partido, o destino do técnico parece traçado e ser uma questão de tempo. Os Alpes tornaram-se ainda mais monumentais e difíceis de escalar. A não ser que Lage surpreenda tudo e todos, com algo que ainda não se viu nele.
Estejamos certos de uma coisa: num grande clube em que se pense como clube grande Bruno Lage não teria sobrevivido ao dia de ontem.
Mas também Rui Costa, que navega à vista, sem uma política desportiva há anos, que foi perdendo membros da sua estrutura e manteve aqueles que nunca foram capazes de o ajudar a escolher a direção certa e ao mesmo tempo, talvez não fosse o presidente. E se fosse outro e se o atual treinador tivesse, apesar de tudo, chegado até aqui, estaria sentado ao lado da única pessoa que estava à mão para substituir Roger Schmidt. A não ser, que o alemão não tivesse chegado sequer a esse momento. Muitas encruzilhadas. Realidades paralelas.
Lage prolongou a chicotada até ser primeiro e a equipa quebrou. Quando podia se assumir como principal candidato, tal como naquela visita ao Dragão na sua segunda época, todas as fragilidades camufladas até aí vieram à tona. Há poucas semanas, reinventou-se, Schjelderup deu-lhe fôlego, mas não percebeu o que tinha acontecido. Quando quis voltar ao plano A, este, ultrapassado, implodiu de vez, pelo menos no atual contexto. E já não chega dar um passo atrás.
Terá sobretudo de jogar com os melhores, sejam os seus ou não.
Deve esquecer o mercado e o que vem depois, pôr de lado alguma gratidão que sinta que deva e compromissos que queira assumir, concentrar-se no agora e nos objetivos que tem.
Embora, depois desta conferência, pareça ser tudo demasiado tarde.
O balneário está partido, o destino do técnico parece traçado e ser uma questão de tempo. Os Alpes tornaram-se ainda mais monumentais e difíceis de escalar. A não ser que Lage surpreenda tudo e todos, com algo que ainda não se viu nele.
Estejamos certos de uma coisa: num grande clube em que se pense como clube grande Bruno Lage não teria sobrevivido ao dia de ontem.
Mas também Rui Costa, que navega à vista, sem uma política desportiva há anos, que foi perdendo membros da sua estrutura e manteve aqueles que nunca foram capazes de o ajudar a escolher a direção certa e ao mesmo tempo, talvez não fosse o presidente. E se fosse outro e se o atual treinador tivesse, apesar de tudo, chegado até aqui, estaria sentado ao lado da única pessoa que estava à mão para substituir Roger Schmidt. A não ser, que o alemão não tivesse chegado sequer a esse momento. Muitas encruzilhadas. Realidades paralelas.
Lage prolongou a chicotada até ser primeiro e a equipa quebrou. Quando podia se assumir como principal candidato, tal como naquela visita ao Dragão na sua segunda época, todas as fragilidades camufladas até aí vieram à tona. Há poucas semanas, reinventou-se, Schjelderup deu-lhe fôlego, mas não percebeu o que tinha acontecido. Quando quis voltar ao plano A, este, ultrapassado, implodiu de vez, pelo menos no atual contexto. E já não chega dar um passo atrás.
Luís Mateus, in a Bola

BRUNO LAGE EM PLENA SELVA QUEIROZIANA

 


Para o Mundial-2010 Carlos Queiroz só escolheu quem estivesse disposto «a ir para a selva» com ele. Quando Otamendi diz que «faltou querer ganhar», Lage tem de apostar apenas em quem confia, independentemente do nome.

Juntemos o que Bruno Lage afirmou na conferência de imprensa a propósito do ‘off record’, e aquilo que foi dito pelo capitão Nico Otamendi depois do jogo com o Casa Pia. Indo ao essencial, percebeu-se que o treinador abomina os golos sofridos de bola parada, percebe que o Benfica é vulnerável às transições ofensivas, e reconhece que não é capaz de ter bola. Já Otamendi não teve pejo em dizer que contra os gansos «faltou querer ganhar.» Então, perante este quadro apocalítico, o que deve fazer o treinador? Não basta dizer que precisa da união do clube, tem o apoio do presidente, e quer a força dos adeptos a seu lado. O que lhe é exigido é muito mais. Perante tanta inépcia, coletiva, no que respeita aos golos sofridos de bola parada e à deficiente cobertura das transições do adversário; e individual, quando a bola queima de tal maneira que os jogadores não são capazes de fazer mais do que três passes seguidos (tudo isto assumido pelo treinador), e o capitão vem dizer que «faltou querer ganhar», das duas, uma: ou Bruno Lage passa a escolher para ir a jogo quem lhe dê garantias de empenhamento, personalidade e responsabilidade tática, ou rapidamente será história. A vida de um treinador faz-se de resultados, e em 33 dias Lage passou de líder isolado a estar a seis pontos do líder. Logo, ou dá a volta, ou é ele que leva uma volta. E dá a volta, como?
Carlos Queiroz, quando era selecionador nacional, após uma derrota em Gama, nos arredores de Brasília, frente ao ‘escrete’, por 6-2, desabafou: «Já sei quem é que não vai comigo para a selva!» É isso que Bruno Lage tem de fazer se quiser ter sucesso na Luz. Deve escolher, não quem tem mais estatuto, ou foi mais caro, mas quem lhe dá garantias de entrega absoluta, capacidade física e disponibilidade psicológica, para pôr em prática o futebol que entende ser o melhor para o Benfica. E se as coisas não correrem bem, pelo menos cai defendendo as suas ideias, sem condicionamentos quanto a valores de mercado, expressos ou subliminares.
O primeiro requisito para vestir a camisola do Benfica é o compromisso, algo pouco visto em Rio Maior, para lá dos primeiros 25 minutos. No futebol moderno, ao mais alto nível, já não há espaço nem para Cristiano Ronaldo (na Arábia), nem para Messi (na MLS), ainda extraordinários a jogar quando a sua equipa tem bola, mas inexistentes no momento da perda, obrigando os restantes nove jogadores de campo a fazerem o trabalho de dez. No Benfica, ou todos defendem, em pressão alta, dando o litro para não deixar que o adversário se sinta cómodo, ou nada feito. Cumprido este requisito, não cometer erros na saída de bola é fundamental: é preferível meter na frente («sai ponta-de-lança», como dizia o saudoso Mário Wilson) do que ‘entregar o ouro ao bandido’, com passes e passinhos em zonas onde é suicídio perder a bola; finalmente, só pode jogar quem não tiver medo de ter a bola no pé, e só pode jogar quem se mantiver em constante movimento para oferecer linhas de passe aos companheiros. Quem se esconder, é melhor ficar a ver o jogo pela televisão. É da capacidade de tomar estas decisões que depende o futuro de Bruno Lage no Benfica, e não de conferências de imprensa de contenção de danos, como a da tarde de domingo.
José Manuel Delgado, in a Bola

A CARA DE PAU DE BRUNO LAGE. E A DE RUI COSTA...



 Treinador do Benfica tentou defender o indefensável e não convenceu ninguém: a verdade é que não confia no plantel. Pior só Rui Costa, que nem defende o técnico nem o demite.

De madrugada, na garagem do Estádio da Luz, regressado de Rio Maior, onde o Benfica, perante o Casa Pia, sofreu a quarta derrota nos últimos oito jogos, Bruno Lage explica que não pode pôr jogadores da formação a jogar porque se o fizer «gajos que valem 20 milhões (...) são vendidos por cinco». «E vamos depois comprar jogadores onde?», interroga-se.
À tarde, na sala de imprensa do campus do Seixal, numa conferência de urgência depois da barracada que deu o facto de o áudio de Lage a falar aos adeptos ter vindo a público, o treinador tenta defender-se. «O presidente nunca me pediu para jogar A, B ou C, nem agora, nem quando era diretor desportivo. Tenho total liberdade», afirma. Mas uns momentos antes também dissera que tem de se ter em conta «o preço de mercado» dos jogadores.
Em que ficamos? Está ou não o treinador condicionado pelo valor que os jogadores custaram? Porque mesmo que não lhe tenham dito que tem de jogar o A ou o B, seguramente que lhe explicaram, quando o contrataram, que este janeiro só haveria dinheiro para reforços se conseguissem vender alguém, e vender implica não perder (muito) dinheiro nos negócios.
Na garagem do Estádio da Luz, de madrugada, Bruno Lage queixa-se dos golos sofridos de penálti e de bola parada — «porque ninguém salta» — e diz que «dói analisar os jogos». À tarde, na sala de imprensa, assegura que tem «confiança total» no plantel e que as críticas à forma como o Benfica tem sofrido golos já foram transmitidas aos jogadores.
De madrugada, na garagem do Estádio da Luz, o treinador do Benfica lamenta a incapacidade da equipa «dar três toques seguidos na bola» e diz aos adeptos para lembrarem a forma como as suas equipas «de iniciados, de juvenis, de juniores, a equipa B, a equipa A» jogavam, dando a entender que lhe falta matéria prima. À tarde, na sala de imprensa, garante que se referia concretamente à última hora do jogo com o Casa Pia, e elogia os primeiros 30 minutos, onde o Benfica criou «boas jogadas e várias oportunidades de golo».
Com tremenda cara de pau, Lage tentou defender o indefensável, mas não convenceu ninguém. Não há dúvidas: o treinador não confia no plantel e acha que precisa de bastante tempo, e de jogadores novos, para dar a volta à situação. Uma cara de pau quase tão grande como a de Rui Costa, que em vez de se sentar ao lado do seu treinador ficou na plateia a ouvir, não foi capaz de dizer uma palavra a apoiá-lo e, sabendo o que Lage acha da equipa, assobia para o lado em vez de demiti-lo.
Hugo Vasconcelos, in a Bola

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

BENFICA B EMPATA EM TORRES VEDRAS



Um jogo tão disputado só podia dar em empate. Benfica B e Torreense demonstraram porque é que são duas das melhores equipas da Liga 2, com dois estilos de jogo diferentes. A equipa de Tiago Fernandes procurou jogar de forma mais apoiada, mas foi na sequência de uma bola parada que Stopira ia inaugurando o marcador, de forma atabalhoada, nos primeiros cinco minutos de jogo.
A equipa da casa pressionava alto e o Benfica B aproveitava para construir de forma direta. O objetivo era explorar a profundidade existente nas costas da linha defensiva subida do Torreense e a velocidade do ataque encarnado, que contou novamente com Gianluca Prestianni de início. O argentino bailou no lado direito, mas Hugo Félix enganou-se nos passos e rematou contra o próprio pé, no coração da área.
Ao minuto 11, Gustavo Varela, a fazer lembrar Gyokeres, explorou a profundidade a partir do corredor esquerdo, galgou 30 metros e serviu Prestianni que, em boa posição, acertou no poste.
Do outro lado, Dani Bolt fez jus ao nome, com arrancadas estonteantes no corredor direito, mas não conseguia acertar na baliza defendida por André Gomes. Quem o conseguiu fazer foi Tobias Thomsen que, ao minuto 28, inaugurou o marcador, com alguma polémica à mistura
Na sequência de um choque áereo, Joshua Wynder caiu no relvado, mas o árbitro José Bessa não parou o encontro. No lance seguinte, Manuel Pozo fez um passe açucarado para Jean-Marie que falhou o remate, mas acabou por assistir o avançado dinamarquês, que à boca da baliza, marcou o seu terceiro golo da temporada. Durante a festa do Torreense, os jogadores do Benfica e Nélson Veríssimo, que entretanto entrou em campo, foram pedir explicações ao árbitro por não ter parado a partida.
Canalizados pela indignação, os encarnados assumiram o controlo do encontro, mas apesar do sufoco até ao fim da primeira parte, apenas criou perigo num livre direto ao lado, marcado por Hugo Félix, que contou com a presença do irmão João nas bancadas. Ao intervalo, de forma surpreendente, Nélson Veríssimo tirou Prestianni de campo e colocou Luan Farías para os segundos 45 minutos de jogo.
Na segunda parte, as duas equipas chegaram várias vezes a zonas de finalização, mas pautavam-se pela displicência no momento do remate.
Aos 76´, Rafael Luís recebeu um canto curto, baralhou dois adversários e em ângulo apertado, rematou com raiva para uma enorme defesa do antigo guardião do Arouca. Cheirava a golo das jovens águias e, pouco depois de José Melro testar novamente os reflexos de Thiago, Luan Farías restabeleceu o empate, numa jogada cozinhada por dois jogadores saídos do banco.
O alfaite João Veloso fez um cruzamento à medida do pequeno extremo brasileiro que, de cabeça, deixou o Torreense mais longe dos três pontos e mais próximos dos adversários diretos pelo lugar de play-off. No último suspiro, na sequência de um canto, o central N´Tamon esteve pertíssimo de marcar o golo da vitória a favor da equipa do Oeste, mas cabeceou ao lado.
Com este empate, o Torreense mantém-se em lugar de play-off, mas com os mesmos 31 pontos do Alverca. Já o Benfica B não aproveitou o empate do Penafiel frente ao Vizela (1-1), e continua no segundo lugar da Liga 2.

RAKEL ENGESVIK É REFORÇO!



 Centrocampista norueguesa assinou contrato com o Clube até 2027.

O SL Benfica chegou a acordo com o SK Brann para a contratação da futebolista Rakel Engesvik, que assinou um vínculo válido até junho de 2027 com o Clube.
A centrocampista norueguesa de 26 anos (23/09/1998) realizou os habituais exames médicos e, a partir desta quarta-feira, 29 de janeiro, integrará as rotinas da equipa às ordens da treinadora Filipa Patão.
"Mal posso esperar para começar e conhecer todas as jogadoras e o staff técnico e também os adeptos", começou por afirmar a nova contratação da equipa feminina de futebol encarnada.
Em declarações à BTV, Rakel Engesvik deu-se a conhecer como jogadora. "Gosto de jogar um futebol divertido. Gosto de criar oportunidades para as minhas companheiras de equipa e também marcar alguns golos", disse.
A média assumiu ter visto algumas partidas das Inspiradoras e mostrou-se ansiosa para "aprender muito mais" sobre o Clube.
No Glorioso, Rakel Engesvik reencontra Marit Lund, com a qual partilhou balneário na Noruega. "Ter Marit na equipa significa ter um rosto familiar para mim. É muito bom e espero que ela também esteja feliz", salientou.
Um dos objetivos da nova jogadora encarnada passa por chegar à seleção nacional, mas, para já, a prioridade é afirmar-se na equipa, ambientar-se com as companheiras de equipa, conhecer a cidade de Lisboa, bem como os adeptos e "aprender".

BENFICA VENCE E MANTÉM O PRIMEIRO LUGAR

 


As encarnadas queriam voltar ao primeiro lugar de forma isolada, antes de receber o Sporting. Logo aos 39 segundos, o Benfica fez o primeiro golo. Marie Preto tocou de calcanhar para Marie Alidou abrir o marcador.

O Famalicão não caiu e respondeu muito rápido, ao minuto 3, Ria Dias apareceu na cara do golo, Lena Pauels tentou cortar a bola, mas não conseguiu e a avançada do Famalicão acabou por fazer o empate.
Ao intervalo, entraram Nycole Raysla e Andreia Norton e resolveram um jogo complicado. Aos 49’ Andreia Norton recebe e toca para a avançada brasileira que acabou por fazer o 2-1.

 Durante o segundo tempo, o Famalicão nunca assustou a equipa encarnada. O Benfica conseguiu dominar e ser dono da posse de bola. Apesar de serem donos da posse de bola, nunca aceleraram muito, mas acabaram por fechar o resultado, aos 90’ com Andreia Norton a rematar fora da área.

Com esta vitória, o Benfica mantém o primeiro lugar, antes do dérbi no Estádio da Luz, no próximo sábado.

domingo, 26 de janeiro de 2025

QUE RAIO FOI AQUILO, CARO BRUNO LAGE?

 


Quando se comunica, quer-se comunicar alguma coisa, como diria La Palisse. Mas que queriam o Benfica e Bruno Lage comunicar naquela surrealista conferência de imprensa?

Bruno Lage, o ingénuo. O treinador do Benfica acredita que as palavras que disse a alguns sócios nas garagens do Estádio da Luz, tornadas públicas por um crápula, não interferirão na relação com os jogadores: ingenuidade. Dizem que o balneário de uma equipa de futebol é sagrado, mas nunca entendi essa tese. O balneário de uma equipa de futebol é tão sagrado como a redação de um jornal. Ou a copa de um restaurante. Porém, uma coisa é um jogador ouvir críticas fortes do seu treinador no hermetismo de um balneário, outra é ouvir o treinador, via áudio de um crápula, repito, tecer tantas e tão fortes críticas a elementos do plantel. A ingenuidade nasce do facto de, pelos vistos, Bruno Lage acreditar que aquelas palavras não afetarão a relação treinador-plantel.
Bruno Lage, o inábil. O Benfica tem um bom treinador. Não sei se tem um muito bom treinador, mas tem um bom treinador. Só um bom treinador venceria, como Lage venceu, a Liga 2018/2019. Porém, com o devido respeito, é estranha a inabilidade de Lage para comunicar. Percebia-se a razão pela qual foi pedida pelo Benfica a conferência de imprensa ao final da tarde (tentar esclarecer), mas quase nada ficou esclarecido. Quem permitiu aos sócios estarem na garagem? Tinha Lage de se justificar? Quem é que não salta nas bolas paradas defensivas? Quem é que não consegue dar mais de três toques seguidos na bola? Quais são os jogadores, comprados por 20 milhões, que são vendidos por cinco? Tem Lage mesmo condições para continuar? Por que é que foi mesmo que o Benfica pediu aquela conferência?
Bruno Lage, o puxa-saco (de novo com total respeito). Os sócios, os sócios, os sócios. Benfica foi campeão em 2019 por causa dos sócios, não o foi em 2020 por causa da ausência dos sócios e só o será em 2025 se os sócios apoiarem. Significa esta tese que não foram Seferovic, Pizzi, João Félix e Rúben Dias a marcarem quatro em Alvalade, foram os sócios 3 467 mais o 45 756, o 145 674 e o 37 478. Quem marcou no Dragão não foram Félix e Rafa, antes os sócios 3 876 e o 44 789. E o 10-0 ao Nacional nasceu quando aqueles seis se juntaram a mais quatro e trucidaram o adversário. Estou quase como Álvaro de Campos: puxa-saquismo, sim, mas devagar.
Bruno Lage, o matulão. Vá, senhor jornalista da CMTV, faça lá a sua pergunta. Já sei o que me vai perguntar. Desculpe interrompê-lo, mas calculo o que vai dizer. Bloqueios é no futebol, caro Bruno, não em conferências de imprensa. A pressão sob o pescoço dos treinadores, dos presidentes e dos jogadores é tremenda. Não faz sentido que sejam quase levados em ombros (final da Taça da Liga) e insultados após perderem um jogo (Casa Pia). Porém, que raio!, quando se comunica quer-se comunicar alguma coisa (La Palisse). Que queriam o Benfica e Lage comunicar?
Rogério Azevedo, in a Bola

ARRASADOR...

 


Argentino, que representou a equipa de hóquei em patins dos encarnados durante 10 anos, com texto muito forte nas redes sociais.

Carlos Nicolía, ex-jogador de hóquei em patins do Benfica - esteve na Luz durante 10 épocas -, recorreu às redes sociais para deixar uma mensagem forte, depois da derrota dos encarnados em Rio Maior, frente ao Casa Pia, por 1-3, na 19.ª jornada da Liga.
«Nada me surpreende, vivi de dentro, ninguém me contou. O clube, onde a paixão e o amor pela camisola eram únicos, tornou-se hoje um campo de batalha onde a política interna e os interesses pessoais tomaram conta. Já não é um desporto, em muitos casos, são mais bandidos do que adeptos, procurando ganhos pessoais em detrimento da integridade do clube. Decisões que deveriam favorecer o desenvolvimento de jovens talentos são comprometidas por alianças obscuras e favoritismos. O amor pelo desporto foi substituído por uma luta constante pelo domínio, onde as promessas de lealdade são facilmente quebradas. Os verdadeiros adeptos, aqueles que antes festejavam cada golo e cada vitória, sentem-se deslocados, vendo o seu amado clube desmoronar se sob o peso da ganância e da corrupção», começou por escrever.
«O ambiente tornou-se tóxico e a essência do clube perderam-se num labirinto de traições e manipulações. O que antes era um lar para os entusiastas do desporto é agora um terreno fértil para a desconfiança e a desilusão. Sem amor ao clube, os valores que outrora uniam os seus membros tornaram-se meras sombras do passado», acrescentou.
Após a partida, Bruno Lage e Rui Costa insultados à saída do estádio. O treinador, que ainda no estádio tinha visto lenços brancos, voltou a ser alvo de fúria enquanto caminhava para o autocarro.
«Ajudem-me que vou resolver esta m...», gritou na direção dos adeptos que protestavam, seguindo para o autocarro. Pouco antes tinha saído do estádio Rui Costa, também castigado pelos adeptos com insultos. O presidente dos encarnados, com Bruno Lage atrás, acabou por dirigir-se para o carro com o motorista. E foi logo a seguir.

KETCHUP COM TAMPA NO BENFICA



 Em nome da necessidade de gerir o plantel e a condição física dos jogadores, Bruno Lage terá sempre argumentos que não temos, mas só é possível comentar o que está à vista e custa-me perceber que a melhor forma de capitalizar o momento de um jogador que marcou três golos ao Barcelona seja sentá-lo no banco no jogo seguinte.

Pavlidis a suplente na derrota de ontem do Benfica com o Casa Pia foi, talvez, o primeiro sinal de que as coisas poderiam correr mal. Teve qualquer coisa de anticlímax, a fazer descer os adeptos à terra quando o que eles querem é andar nas nuvens.
Naturalmente que um 1-3 com o Casa Pia não se explica por aqui, até porque não há muito tempo o ponta de lança grego marcava poucos golos, e um plantel como o do Benfica deve ter (e tem) mais soluções. Mas logo agora que o ketchup parecia soltar-se, como, aliás, frisou o treinador, meter-lhe a tampa parece fazer pouco sentido.
Na mesma lógica, começar com Schjelderup no banco também teve algo de travão à alegria que o jovem extremo norueguês colocou nos últimos cinco jogos da equipa.
lhando para as escolhas do onze e posicionamento de Di María, mais ao centro e menos na ala, o que pareceu foi que Bruno Lage tinha um plano e que pensou em demasia no adversário, perdendo com isso o que de bom e simples conseguira na grande reação às duas derrotas seguidas com SC Braga e Sporting.
A segunda parte do jogo com o Casa Pia pareceu as primeiras partes de outros jogos. E ninguém esperava isso depois da grande exibição frente ao Barcelona.
Nélson Feiteirona, in a Bola

UMA CARICATURA DE EQUIPA



Nove pontos perdidos nos últimos quatro jogos comprometem candidatura ao título dos encarnados, que em Rio Maior assinaram a pior exibição da época...
Tivessem os jogos de futebol 25 minutos apenas, e o Benfica teria saído da morada emprestada ao Casa Pia, onde atuou com uma plateia que em 95 por cento lhe era favorável, com uma vitória justa e confortável por 1-0. Durante 27 por cento da partida, a equipa de Bruno Lage marcou um golo, conseguiu mais três remates enquadrados, fez a bola embater no travessão da baliza de Patrick Sequeira, e teve uma posse de bola de 71 por cento.
Depois, nos restantes 65 minutos, a produção dos encarnados foi baixando, os erros acumularam-se, a desorganização imperou, e o Casa Pia não só não deixou a saída de bola dos encarnados funcionar, como empurrou o Benfica para um jogo sem imaginação, feito de cruzamentos primários, e ainda aproveitou os espaços para se estender em ataques rápidos que, à medida que os minutos passavam, levavam a turma da Luz de mal a pior.
Seria injusto se, ao mesmo tempo que fica evidenciada a «falta de comparência»em Rio Maior do Benfica-candidato-ao título, não se louvasse a organização dos gansos, a personalidade com que trocaram a bola, aproveitando os buracos da equipa adversária, incapaz de ser defensivamente competente, essencialmente porque, nesse capítulo, muito cedo saiu de cena Di María, Barreiro e Kokçu perderam posição, e Florentino não teve capacidade para por ordem na casa; ao mesmo nível, a raiar a indigência esteve a saída de bola dos encarnados, que serviu sobretudo para colocar a baliza de Trubin em sobressalto constante (a forma como a pressão alta do Casa Pia perturbava o Benfica dava para uma tese de doutoramento em futebol, com ênfase na prevalência do coletivo sobre o individual).




Foi assim, após um erro garrafal de António Silva que os gansos empataram, e foi assim que a maior parte das iniciativas encarnadas não passaram da intenção. Ao intervalo, o prejuízo benfiquista só não era maior porque Vasco Santos reverteu um penálti assinalado por António Nobre, que passou a livre direto.
Depois de 20 minutos penosos, pensou-se que o intervalo ia ser bom conselheiro para a equipa de Bruno Lage, que procederia às mudanças individuais e coletivas que se impunham. Não foi isso, porém, que sucedeu, e perante um Casa Pia sempre muito bem montado num 3x4x3 com setores juntos e muita capacidade para ter bola e olhos para a baliza contrária, o Benfica passou de mal a pior, limitou-se a um perigo pífio junto da baliza casapiana, fruto de um futebol telegrafado, onde era evidente o desgaste de Angel Di María (só foi substituído aos 81 minutos, quando, há muito, muito tempo, já tinha desaparecido do jogo) e as dúvidas que assaltavam os jogadores do Benfica passaram a pânico quando, após alguns avisos, o Casa Pia tornou uma ação de contra-ataque no golo da vantagem, aos 60 minutos.
Foi preciso esperar mais nove minutos para que Lage desfizesse um 4x1x4x1 onde Florentino era o trinco, Kokçu o playmaker e Barreiro o homem de chegada à área, fórmula que tinha funcionado bem contra o Famalicão, graças a uma dinâmica completamente diferente e a um sentido coletivo que esteve ausente em Rio Maior. Entraram então (69) Schjelderup e Pavlidis, o primeiro para a esquerda e o segundo para junto de Arthur Cabral, mas com este 4x4x2 que facilmente se transformava num 4x2x4 que partia o jogo encarnado, a mediocridade manteve-se, e até passou a haver mais espaço para o Casa Pia ter bola.
Só aos 81 minutos Bruno Lage tentou equilibrar a equipa (entradas de Manu Silva, Amdouni e Aursnes), mas o mal estava feito e seria irreversível, tendo o golo do 3-1, por Livolant, servido de cereja no topo do bolo casapiano, perante um Benfica de cabeça baixa.
Que fique bem realçado que o Casa Pia não ganhou ao Benfica graças a um contra-ataque fortuito, depois de ter colocado um autocarro em frente à baliza. O triunfo dos gansos deveu-se ao facto de, sem terem melhores jogadores que o adversário, terem sido melhor equipa, mais lúcida, mais esclarecida, mais personalizada e mais organizada.




É um caso de estudo a incapacidade do Benfica colocar qualidade nas saídas de bola (e estando as coisas a correr mal, insistir na fórmula guardioliana), e dá também que pensar a necessidade (que tramou Schmidt) em dar muitos minutos a Di María, hipotecando o processo defensivo, quando o génio argentino está numa fase da carreira em que deve ser aproveitado em qualidade e não em quantidade.
Na quarta-feira, em Turim, o Benfica saberá se continua na Champions; quanto à Liga, quem perde nove pontos em doze possíveis, arrisca-se a passar ao lado de ser feliz e fica dependente, à falta de méritos próprios, de eventuais deficiências da concorrência.
Em Rio Maior viu-se o pior Benfica da época. Serão tiradas ilações perante este facto, perturbador sem dúvida para a nação encarnada? É que mais do que terem perdido, pior ainda foi a forma como os encarnados perderam...
DESTAQUES:
Exibição cinzenta em ideias de todos. Otamendi tentou ser farol, mas águias perderam na 19.ª ronda da Liga.
A FIGURA - OTAMENDI (6)
No jeito dele impetuoso, com qual aborda muitos lances e estreita a linha entre o grande corte e o grande erro, Nicolás Otamendi foi sempre passando o sinal à equipa de que não havendo arte seria importante lutar muito com o coração. Aos 36' fez um grande corte quando Nuno Moreira ameaçava entrar direito à baliza de Trubin pelo centro da área; aos 37' anulou novo lance prometedor de perigo e com o mesmo protagonista, Nuno Moreira; aos 69' fez um corte determinante quando Livolant se preparava para fazer mira à baliza. Atacou sempre a bola nos pontapés de canto e esteve perto do golo. Num deles, já em período de compensação, preparava-se para tentar um golo artístico, mas António Silva tirou-lhe a possibilidade de ser feliz. O central e capitão não foi brilhante, mas foi bom.
(5) TRUBIN — Aos 31' foi rápido a sair aos pés de Cassiano e resolveu um problema. Esticou-se depois no remate do brasileiro, mas sem hipótese de evitar o golo. No segundo e terceiro golos também não teve culpas.
(5) BAH — Exibição competente, mas de mínimos olímpicos, a defender bem, mas a atacar com pouca convicção. Aos 24' conseguiu um belo desarme que possibilitou remate perigoso de Akturkoglu.
(4) ANTÓNIO SILVA — Entrou bem no jogo, mas desligou-se dele e perdeu confiança a partir do passe curto, errado, que fez para a zona central, onde Cassiano recuperou a bola e atirou para o primeiro golo do Casa Pia. No lance do terceiro golo foi lento a recuperar num lance de canto e deixou Carreras com dois para vigiar.
(5) CARRERAS — Viu-se pouco no ataque e a boa marcação do adversário cortou-lhe as ideias na transição, mas nunca desistiu. Fez um bom passe, aos 45', que quase deixou Barreiro na cara do golo. A defender foi intenso, mas fica ligado ao segundo golo porque não conseguiu acompanhar uma cavalgada de Larrazabal, que depois assistiu Nuno Moreira.
(5) FLORENTINO — Primeiros 25 minutos muito bons, com vários cortes importantes e nos quais foi o principal responsável por o Casa Pia não conseguir sair para o ataque. Depois perdeu capacidade de jogar no espaço e passou o tempo a correr atrás dos adversários mas em esforço.
(6) LEANDRO BARREIRO — Pressionou alto e combinou bem no ataque, sobretudo com Arthur Cabral. Ganhou o penálti do golo do Benfica e foi dos mais esclarecidos e a querer empurrar a equipa para a frente. Terminou mais recuado, após a saída de Florentino.
(5) DÍ MARÍA — Menos encostado ao flanco e mais em zonas interiores, a qualidade que tem nunca compromete. Concretizou o penálti sem tremer e tem pelo menos duas aberturas, a variar o flanco, uma para Akturkoglu, aos 25', e outra para Kokçu, aos 49', que não são para todos. Mas teve pouca intensidade, ou fôlego, e acabou cedo, obrigando outros a trabalho redobrado.
(5) KOKÇU — Prometeu fazer a diferença com um grande passe para remate de Arthur Cabral, aos 7', mas depois alternou entre o bom e o mau. Aos 37' fez um mau passe para Florentino em zona proibida que ofereceu lance perigoso ao Casa Pia (inclusivamente um penálti de Otamendi, depois revertido após consulta ao VAR); aos 49' faz um grande remate para boa defesa de Sequeira, mas aos 54' voltou a errar o passe numa transição e o adversário atirou à baliza.
(5) AKTURKOGLU — Boa entrada, determinada, com bastante compromisso defensivo, muito boas combinações, sobretudo com Arthur Cabral e Di María, e também remates - um a beijar a trave, aos 25'. Depois perdeu-se em más decisões e pareceu muito desgastado, o que o fragilizou nos duelos defensivos; aos quais, porém, nunca virou a cara.
(5) ARTHUR CABRAL — Com bola foi sempre muito perigoso e rematou aos 2',7', 44' e 80', forte, mas à figura de Sequeira. Sem bola pressionou bastante, mas com num raio de ação limitado, sem verdadeiramente condicionar a saída de bola do adversário. Fez por ser mais influente e decisivo no jogo, mas na verdade não o foi.
(4) SCHJELDERUP — Nas poucas oportunidades que teve não conseguiu passar pelos defesas.
(5) PAVLIDIS — Boa entrada no jogo. Causou problemas e ameaçou perigo
(5) AURSNES — Com ele em campo a equipa ganhou critério no passe e geometria, pelo flanco direito.
(4) AMDOUNI — Ansioso para ter a bola e lançar ataques, mas não trouxe soluções diferentes.
(5) MANÚ SILVA — Estreou-se pelo Benfica. Boa qualidade de passe e uma falta ganha à entrada da área do Casa Pia, aos 90+1', que possibilitou a Kokçu rematar com relativo perigo.