«Reatar com este FC Porto? Não comigo a vice-presidente», diz Rui Gomes da Silva
Por Fernando Urbano
Rui Gomes da Silva recusa reatar relações com os atuais dirigentes do FC Porto. A hipótese foi levantada pelo candidato a vice-presidente da lista de Luís Filipe Vieira, José Eduardo Moniz, em entrevista publicada na edição de ontem de A BOLA, mas o também candidato a vice-presidente da lista A marcou a sua posição em entrevista a A Bola TV.
«Ele disse que não sabia se isso seria possível com os atuais protagonistas. Se me tivesse telefonado antes de dar a entrevista, ter-lhe-ia dito que é impossível», disse o atual vice e administrador da SAD.
«Enquanto do outro lado estiverem as atuais pessoas, com as ideias e o projeto que têm... o Benfica tem duas hipóteses: ou mantém as coisas como estão ou então alteram as relações mas sem a minha presença na vice-presidência do Benfica», explicou o dirigente, de 54 anos, sócio do clube desde que nasceu, com o número 3144.
Tal como é hábito nas intervenções públicas do advogado, antigo deputado e ministro no XVI Governo Constitucional, o processo Apito Dourado serviu de base para justificar o ponto de vista relativamente ao rival.
«De um lado temos um clube que tenta respeitar as regras e a verdade desportiva, do outro a tentativa de ganhar a qualquer custo, em que os fins justificam os meios», afirmou Rui Gomes da Silva, vincando um parecer já conhecido:
— As pessoas só não foram condenadas porque as escutas não foram validadas. Porque ficou claro de que houve agressões a árbitros e compras dos órgãos de decisão. As violações existiram e nunca me calarei em relação ao que se passou.
Rui Gomes da Silva recusa reatar relações com os atuais dirigentes do FC Porto. A hipótese foi levantada pelo candidato a vice-presidente da lista de Luís Filipe Vieira, José Eduardo Moniz, em entrevista publicada na edição de ontem de A BOLA, mas o também candidato a vice-presidente da lista A marcou a sua posição em entrevista a A Bola TV.
«Ele disse que não sabia se isso seria possível com os atuais protagonistas. Se me tivesse telefonado antes de dar a entrevista, ter-lhe-ia dito que é impossível», disse o atual vice e administrador da SAD.
«Enquanto do outro lado estiverem as atuais pessoas, com as ideias e o projeto que têm... o Benfica tem duas hipóteses: ou mantém as coisas como estão ou então alteram as relações mas sem a minha presença na vice-presidência do Benfica», explicou o dirigente, de 54 anos, sócio do clube desde que nasceu, com o número 3144.
Tal como é hábito nas intervenções públicas do advogado, antigo deputado e ministro no XVI Governo Constitucional, o processo Apito Dourado serviu de base para justificar o ponto de vista relativamente ao rival.
«De um lado temos um clube que tenta respeitar as regras e a verdade desportiva, do outro a tentativa de ganhar a qualquer custo, em que os fins justificam os meios», afirmou Rui Gomes da Silva, vincando um parecer já conhecido:
— As pessoas só não foram condenadas porque as escutas não foram validadas. Porque ficou claro de que houve agressões a árbitros e compras dos órgãos de decisão. As violações existiram e nunca me calarei em relação ao que se passou.
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