Carlos Móia, presidente da Fundação Benfica, saiu a terreiro apelar à união entre todos os benfiquistas, alertando que seria um erro abrir mão de Jorge Jesus.
«No Benfica, as chicotadas psicológicas nunca resultaram. Todos queremos que o Benfica ganhe. Espero que os adeptos pensem bem nisso. Se nunca resolveu, então há que continuar», argumentou, em declarações à Renascença.
«Há correntes de contrainformação que dizem que o Campeonato já estava perdido mesmo antes da primeira jornada. É preciso que os benfiquistas estejam atentos a isto, pois é algo que cria desestabilização», avisou Carlos Móia.
«O meu pedido é que para todos nos unamos. Temos um treinador que foi escolhido por um presidente que quando chegou ao Benfica nem dinheiro tinha para comprar um jogador. No ano passado, tínhamos o pássaro na mão e deixámo-lo fugir. Seja o Jorge Jesus, seja quem for, temos de o apoiar para seguir em frente. O Jesus tem virtudes e defeitos. Temos de limar os defeitos e melhorar as virtudes», sugeriu.
«No Benfica, as chicotadas psicológicas nunca resultaram. Todos queremos que o Benfica ganhe. Espero que os adeptos pensem bem nisso. Se nunca resolveu, então há que continuar», argumentou, em declarações à Renascença.
«Há correntes de contrainformação que dizem que o Campeonato já estava perdido mesmo antes da primeira jornada. É preciso que os benfiquistas estejam atentos a isto, pois é algo que cria desestabilização», avisou Carlos Móia.
«O meu pedido é que para todos nos unamos. Temos um treinador que foi escolhido por um presidente que quando chegou ao Benfica nem dinheiro tinha para comprar um jogador. No ano passado, tínhamos o pássaro na mão e deixámo-lo fugir. Seja o Jorge Jesus, seja quem for, temos de o apoiar para seguir em frente. O Jesus tem virtudes e defeitos. Temos de limar os defeitos e melhorar as virtudes», sugeriu.
fonte:abola
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