Criticado após a derrota na primeira “mão” das meias-finais da Liga dos Campeões, a primeira de Pep Guardiola no Santiago Bernabéu, o ex-treinador do Barcelona assegura que não vai mudar o estilo de jogo do Bayern na receção ao Real Madrid. Vai continuar a privilegiar a posse de bola mas espera maior eficácia no ataque para chegar à ambicionada final de Lisboa.
«Não procuro desculpas. Adoro ter a posse de bola, era assim como jogador, continuo a ser como treinador. Tivemos mais posse de bola, mais cantos, corremos e rematámos mais mas, no final, ganhou o Real (1-0). Ainda assim, espero continuar a ter a bola para criar mais ocasiões. Admiro os nossos jogadores, foram valentes pois fomos ao Bernabéu e controlámos o jogo. Mas temos de ser mais agressivos no ataque», alertou em conferência de imprensa, onde foi questionado sobre as críticas ao estilo de jogo da equipa, algumas dos próprios dirigentes:
«Não posso fazer algo que não sinto e nem posso pedir isso aos jogadores porque estaria a traí-los. Tenho de aceitar as críticas, é assim em todo o lado. Só temos de pensar e pedir para que as bolas entrem amanhã, seja de que forma for, para podermos viajar para Lisboa.»
A derrota (0-1) em Madrid não traz qualquer tipo de pressão acrescida para a equipa, garantiu Pep Guardiola que não quis alongar-se em comentário sobre a preparação do adversário: «Não me é cómodo opinar. Ancelotti fará o que acha ser o melhor para a equipa e os jogadores adaptar-se-ão. É indiferente quem é título porque todos querem estar na final. O jogo de amanhã é um sonho para ambas as equipas, que têm muita qualidade individual. (...) Estou convencido de que vão jogar Bale e Cristiano, que são jogadores muito importantes.»
Questionado sobre um possível reencontro com José Mourinho (Chelsea) na final: «Não penso nisso, preocupo-me com o adversário de amanhã.»
«Não procuro desculpas. Adoro ter a posse de bola, era assim como jogador, continuo a ser como treinador. Tivemos mais posse de bola, mais cantos, corremos e rematámos mais mas, no final, ganhou o Real (1-0). Ainda assim, espero continuar a ter a bola para criar mais ocasiões. Admiro os nossos jogadores, foram valentes pois fomos ao Bernabéu e controlámos o jogo. Mas temos de ser mais agressivos no ataque», alertou em conferência de imprensa, onde foi questionado sobre as críticas ao estilo de jogo da equipa, algumas dos próprios dirigentes:
«Não posso fazer algo que não sinto e nem posso pedir isso aos jogadores porque estaria a traí-los. Tenho de aceitar as críticas, é assim em todo o lado. Só temos de pensar e pedir para que as bolas entrem amanhã, seja de que forma for, para podermos viajar para Lisboa.»
A derrota (0-1) em Madrid não traz qualquer tipo de pressão acrescida para a equipa, garantiu Pep Guardiola que não quis alongar-se em comentário sobre a preparação do adversário: «Não me é cómodo opinar. Ancelotti fará o que acha ser o melhor para a equipa e os jogadores adaptar-se-ão. É indiferente quem é título porque todos querem estar na final. O jogo de amanhã é um sonho para ambas as equipas, que têm muita qualidade individual. (...) Estou convencido de que vão jogar Bale e Cristiano, que são jogadores muito importantes.»
Questionado sobre um possível reencontro com José Mourinho (Chelsea) na final: «Não penso nisso, preocupo-me com o adversário de amanhã.»
Sem comentários:
Enviar um comentário