domingo, 27 de novembro de 2022

VITÓRIA NO REDUTO LAGARTO


 

No defender bem é que esteve o ganho

Os maiores níveis de agressividade sem bola do Benfica no reatamento do dérbi foram decisivos diante do Sporting.
A equipa de basquetebol do Benfica mantém-se líder isolada da 1.ª fase da Liga Betclic, ao vencer o Sporting no dérbi da 1.ª jornada (em atraso). No Pavilhão João Rocha, triunfo das águias, por 78-89.
Esperava-se um dérbi emotivo e as equipas não desiludiram. O 1.º quarto foi jogado sempre em alta velocidade e com momentos de puro espetáculo. Estratégias diferentes em quadra, com o Sporting a apostar no tiro exterior e o Benfica a jogar na área pintada e com os postes. Muito equilíbrio, alternância no comando do marcador e triplos a cair. No fim do 1.º quarto, o Benfica vencia, por 23-25.
O 2.º quarto não foi tão intenso e até, tecnicamente, foi menos espetacular. Mais turnovers, menos tiros exteriores, mas a emoção e a incerteza no marcador foram as habituais. Ritmo alto, transições, bola cá, bola lá, mas sem nenhum dos emblemas se distanciar. Sporting mais forte na luta das tabelas (17 contra 13) e Benfica mais eficaz nos lançamentos (54% contra 51%). Ao intervalo, empate 46-46.
O Benfica subiu os níveis de agressividade defensiva no 3.º quarto, obrigando o Sporting a precipitar lançamentos e a mostrar-se algo atabalhoado na construção ofensiva. As águias, por seu lado, mais confiantes, trabalhavam bem os ataques, tanto por fora como através de jogo interior. A distância no marcador era cada vez maior, com o 3.º quarto a fechar em 53-66 para os encarnados, sendo que os leões só apontaram sete pontos nestes 10 minutos do dérbi.
Apesar da diferença pontual, o Sporting acalentava esperanças de recuperar no marcador. Veio melhor, viu os triplos voltarem a cair, mas o Benfica não se enervou com a tentativa de encurtar distâncias por parte do rival e soube gerir bem os tempos de ataque, mantendo uma boa eficácia na hora de alvejar o cesto. À medida que se aproximava do fim, o dérbi ficou mais quezilento, com três jogadores a serem excluídos por faltas (Marko Loncovic, Travante Williams e Ivan Almeida). Ainda assim, os encarnados não permitiram veleidades e ganharam por 11 pontos (78-89).
Com 10 vitórias em 10 rondas disputadas, o Benfica lidera a classificação da Liga Betclic, com 20 pontos. Segue-se o Esgueira a meio da semana, na 11.ª jornada da 1.ª fase.
DECLARAÇÕES
Norberto Alves (treinador do Benfica): "Como sabem, a nossa equipa andou por fora (Barcelona, Guimarães...) e ia ser uma incógnita a forma como nos íamos apresentar no dérbi. O Sporting teve uma densidade de jogos semelhante, mas sempre em casa. As viagens também são massacrantes. Era importante eles não terem uma grande vantagem, porque, física e mentalmente, podíamos ir abaixo. O facto de eles nunca a conseguirem e nós a termos conseguido teve o efeito contrário. Também se joga com os aspetos mentais. No 3.º quarto começámos a pressionar, eles deixaram de ter lançamentos confortáveis e controlámos melhor o ressalto defensivo."
Sporting-Benfica
78-89
Pavilhão João Rocha
Cinco inicial do Benfica
Toney Douglas, Aaron Broussard, Ivan Almeida, Betinho Gomes e Terrell Carter
Suplentes
José Silva, José Barbosa, Makram Ben Romdhane, Diogo Gameiro, Tomás Barroso, Sérgio Silva e James Ellisor
Cinco inicial do Sporting
Travante Williams, Marko Loncovic, João Fernandes, Gerald Armwood e Marcus Lovett Jr.
Suplentes
Ricardo Monteiro, Gil Jardim, Diogo Ventura, António Monteiro, Derrick Fenner Jr. e João Troni
1.º quarto 2.º quarto 3.º quarto 4.º quarto
23-25 46-46 53-66 78-89
Pontuadores do Benfica
Aaron Broussard (27), Ivan Almeida (17), Toney Douglas (11), James Ellisor (10), Terrell Carter (10), Betinho Gomes (6), Makram Ben Romdhane (6) e José Barbosa (2)

SIGA A DANÇA!

RESOLVIDO EM DOIS MINUTOS

 


Dois minutos resolveram duelo de paciência!

O Benfica venceu o Penafiel, por 2-0, em encontro da 2.ª jornada do grupo C da Taça da Liga.
Gilberto e Neres assinaram os golos da vitória do Benfica, por 2-0, em encontro disputado nesta noite de sábado, 26 de novembro, no Estádio da Luz. 43 263 adeptos nas bancadas carregaram as águias para o triunfo, num duelo de paciência...
Tempo de paragem nas principais provas nacionais, olhos postos no Catar, com seis jogadores do SL Benfica a vestirem as cores das suas seleções no Mundial 2022. Da Ásia para Portugal, o encontro da 2.ª jornada do grupo C da Taça da Liga a ter como palco o Estádio da Luz.
Odysseas, Gilberto, João Victor, Morato, Grimaldo, Florentino, Chiquinho, Neres, Draxler, Rafa e Musa foram chamados ao onze por Roger Schmidt, num desafio também marcado pelo minuto de silêncio, antes do pontapé de saída, em memória do malogrado Fernando Gomes.
Apito inicial e o Benfica pegou no jogo, com o perigo a começar a rondar a baliza à guarda de Caio Secco. Aos 5', erro na defesa duriense e oportunidade de golo, com Musa a ser o protagonista, mas a permitir que João Miguel afastasse o esférico perto da linha de golo. Aos 12', lance semelhante, com Gilberto a cruzar, mas não apareceu ninguém para o toque final.
O Benfica carregava, construía e, aos 21', criou mais uma boa oportunidade, desta vez com Rafa a não conseguir dar o melhor seguimento ao bom trabalho de Neres na direita.
O Penafiel mostrava ter a lição bem estudada, a muralha erguida não permitia aos encarnados concretizar os seus intentos e a equipa acreditava. Ainda antes da meia hora, dois cantos perigosos, com a defensiva da casa a resolver.
Os 43 263 adeptos responderam à chamada e viram o Benfica pegar em definitivo nas rédeas da partida, com várias oportunidades flagrantes de golo antes do intervalo.



Minuto 29, Musa subiu mais alto, foi ao 3.º andar, mas Caio Secco encaixou o cabeceamento; dez minutos volvidos, livre direto de longa distância, mas o remate de Grimaldo passou ao lado do alvo. Nos últimos cinco minutos da primeira parte, três lances a destacar, pela beleza, pela técnica e pelo envolvimento... onde só faltou frieza na Hora H.
Primeiro, aos 42', Rafa ofereceu a Draxler, que, de primeira, rematou e viu o esférico embater nas malhas laterais da baliza; aos 44', Gilberto – de calcanhar – ofereceu a Rafa, Caio Secco disse "não" e, na recarga, Musa cabeceou por cima. A fechar, aos 45', Rafa apareceu na cara do guarda-redes penafidelense, mas não venceu o duelo...
Intervalo na Catedral, com o nulo a manter-se, um resultado a castigar a falta de eficácia do Benfica, que dominava todos os parâmetros do jogo até então.
Reatar e mais do mesmo. Grande cruzamento de Draxler, cabeceamento de Musa... faltou estrelinha; minutos volvidos e Rafa, de calcanhar, ao lado, após solicitação de Gilberto. Pelo meio, desentendimento na área mais recuada das águias, e João Victor, na tentativa de aliviar, esteve perto de marcar na própria baliza.
Tanto desperdício e bastaram dois minutos (55' e 57') para resolver. Lance individual de Grimaldo pela esquerda, Musa, à segunda, permitiu a defesa... mas, à terceira, na recarga, Gilberto, rematou para o 1-0. Em nova jogada de insistência, desta vez com Musa a carregar, Rafa viu Caio Secco defender o seu remate, mas na sobra, vindo de trás, Neres, assinou o 2-0 da noite.
Apesar da desvantagem, a formação comandada por Filipe Rocha não se escondeu e viu Morato desviar um remate colocado de Édi Semedo, bem como o VAR confirmar um golo invalidado por clara posição irregular de Roberto.
Com 2-0 no marcador, aos 69' saíram João Victor, Draxler e Musa para as entradas de Brooks, Rodrigo Pinho e Henrique Araújo; aos 77', entrada de Paulo Bernardo para a saída de Chiquinho.
Até ao final, mais um par de oportunidades por ação dos recém-entrados, mas o resultado não se alterou. Um triunfo do Benfica que estende para 27 jogos a série de invencibilidade da equipa na época 2022/23.
Segue-se uma pausa nos trabalhos, como explicou o míster Roger Schmidt na conferência de Imprensa, com as águias a tornarem a jogar oficialmente no dia 17 de dezembro, frente ao Moreirense, em Moreira de Cónegos, para a 3.ª e última jornada do grupo C da Taça da Liga, o passo que falta no acesso aos quartos de final da competição.

DESCANSA EM PAZ FERNANDO GOMES...


 

O 🐂🐂 DO JAMOR ENRAIVECIDO ATÉ CONTRA O MAFRA

 


Definitivamente as pessoas não querem que nada mude no comportamento da corja do clube do crime organizado, á cabeça, o treinador,

🐂 do Jamor.
A filha da putice com que no campo estrabucha, quando até o próprio árbitro de tudo fez para que o foculporto não perdesse o jogo (e conseguiu.... Perdoando um penalty a favor do Mafra, uma expulsão ao Pepê), empurrando o Mafra contra as cordas, uma autêntica vergonha, um NOJO a que se assistiu...
Vir ainda por cima com aquele ar de porco, carregado de ódio para a conferência de imprensa atacando um comentador da sportv (Sousa ex jogador e um dos que mais lhe dá graxa... ), usando a velhaca estratégia de se vitimizar, para que os adeptos canalizem as frustrações para outras paragens e não para a vergonhosa exibição, e que, mais uma vez repito.... Não fosse o apitadeiro, PERDIAM! O maior cobarde treinador que tenho memória, prestou se aquelas figuras 'estristes', que há muito tempo ultrapassou os limites, e me desculpem os seguidores... merecia uma carga de porrada para ganhar vergonha na cara e nunca mais se prestar a tais figuras.
Os bullys é assim que se metem na linha. Um treino bem dado e eles nunca mais ousam meter se com alguém.. O 🐂 do Jamor é um bully com carta branca atribuída por toda gente...
Treinador reles que nunca vai passar da mediocridade. Tão medíocre, tão baixo, tão sujo, que depois de renovar com o Nantes, para fugir para o foculporto, usou como desculpa uma doença da mulher.. Não vale nada como treinador nem como homem!
Este empate é penalizador para o Mafra, e custa me que ao ouvir a maioria dos opinadores, digam que o empate é justo, como se fosse um prémio para o Mafra... Nada mais enganador! E comigo essa narrativa não pega!!
Andaram a falar do Caldas (e ainda hoje falam) , do Estrela de Amadora que, por exemplo, segundo um monte de esterco como o Aníbal Pinto, "Estas exibições do Benfica quer na taça de Portugal quer na taça da liga dá me esperança que vão perder muitos jogos".. O que dirá este merdas e restantes ventríloquos deste resultado, em casa?!! Eu sei o que vão dizer... "Jogamos com muitos ausentes" ," é o mundial...", "não estão motivados..", "é o calendário".. Será isto.
Mas pior...... A sério que sinto revolta na maioria dos comentadores benfiquistas ao abordar estes jogos dos criminosos, que parece que ajudam a dar desculpas... E depois sobre os comportamentos do 🐂 do Jamor, dizem "ah não vamos confundir a instituição foculporto com estas atitudes do Sérgio..", OH PAH! ACORDEM PARA A VIDA CARALHO!
ISTO É SER FOCULPORTO! É ASSIM AQUELE CLUBE! SÃO ASSIM! NÃO SEJAM OTARIOS UMA VEZ NA VIDA!!

sábado, 26 de novembro de 2022

TARECOS!

 


"Carlos Duarte - antigo árbitro da Liga e ex-membro do CA - diz que estamos perante um escândalo maior que o 'Apito Dourado'. No entanto o FC Porto e seus peões precisaram truncar emails para criar uma narrativa.
Curioso é o facto de Carlos Duarte ter sido advogado do ex-árbitro Martins dos Santos, no caso de corrupção desportiva 'Apito Dourado'. Além de ser comentador no Porto Canal! Como advogado, representa os Super Dragões no processo 'Fim de Festa'.
Nada suspeito, portanto! 😏"

CALADO É UM POETA.

 


"Quis o tempo provar que, por vezes, mais vale estar-se calado.
Estávamos em 8 de outubro de 2022 quando Jhonatan, guarda-redes do Rio Ave, protagonizou um lance caricato frente ao Benfica e, numa tremenda infelicidade, controlou mal uma bola e colocou-a na própria baliza.
Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, logo se apressou a recorrer às redes sociais para lançar farpas e colocar em causa a idoneidade do guarda-redes vilacondense. «𝐼𝑚𝑎𝑔𝑖𝑛𝑒𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑚 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑖𝑚𝑎̃𝑜 𝑜 𝑔𝑢𝑎𝑟𝑑𝑎-𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠 𝑑𝑜 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑖𝑚𝑜𝑛𝑒𝑛𝑠𝑒 𝑡𝑖𝑛ℎ𝑎 𝑜 𝑎𝑧𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑚𝑒𝑡𝑒𝑟 𝑎 𝑏𝑜𝑙𝑎 𝑛𝑎 𝑝𝑟𝑜́𝑝𝑟𝑖𝑎 𝑏𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑓𝑒𝑧 𝑜 𝑑𝑜 𝑅𝑖𝑜 𝐴𝑣𝑒 𝑛𝑎 𝐿𝑢𝑧… 𝐴𝑐ℎ𝑎𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝑜 𝑝𝑎𝑖́𝑠 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑛𝑎̃𝑜 𝑖𝑎 𝑑𝑖𝑧𝑒𝑟 𝑞𝑢𝑒 𝑓𝑜𝑖 𝑑𝑒 𝑝𝑟𝑜𝑝𝑜́𝑠𝑖𝑡𝑜 𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑡𝑖𝑛ℎ𝑎 𝑠𝑖𝑑𝑜 𝑢𝑚 𝑎𝑟𝑟𝑎𝑛𝑗𝑖𝑛ℎ𝑜 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝐹𝐶 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑜 𝑒 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑖𝑚𝑜𝑛𝑒𝑛𝑠𝑒?», referiu. Estas palavras instigaram de tal forma os adeptos azuis e brancos que, muitos deles, recorreram às redes sociais para insultar e ameaçar o guarda-redes brasileiro.
Tais comportamentos obrigaram o Rio Ave a vir a público defender o guardião, dando ênfase às defesas feitas durante a partida e ao contributo do jogador no lance do primeiro golo do Rio Ave. «𝐶𝑟𝑖𝑡𝑖𝑐𝑎𝑟 𝑒́ 𝑓𝑎́𝑐𝑖𝑙! 𝑀𝑎𝑖𝑠 𝑑𝑖𝑓𝑖́𝑐𝑖𝑙 𝑒́ 𝑣𝑒𝑟 𝑞𝑢𝑒 𝑜 𝑔𝑢𝑎𝑟𝑑𝑎-𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑑𝑒𝑓𝑒𝑠𝑎𝑠 𝑛𝑎 𝐿𝑖𝑔𝑎 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑢𝑔𝑎𝑙 𝐵𝑤𝑖𝑛 𝑒𝑣𝑖𝑡𝑜𝑢 𝑜𝑛𝑡𝑒𝑚 4 𝑔𝑜𝑙𝑜𝑠 𝑐𝑒𝑟𝑡𝑜𝑠 𝑑𝑜 𝑎𝑑𝑣𝑒𝑟𝑠𝑎́𝑟𝑖𝑜, 𝑓𝑒𝑧 9 𝑑𝑒𝑓𝑒𝑠𝑎𝑠 𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑜𝑢 𝑎 𝑗𝑜𝑔𝑎𝑑𝑎 𝑑𝑜 𝑛𝑜𝑠𝑠𝑜 1.º 𝑔𝑜𝑙𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑢𝑚 𝑝𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑟 𝑎 𝑝𝑟𝑒𝑠𝑠𝑎̃𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎́𝑟𝑖𝑎. 𝑁𝑜́𝑠 𝑣𝑖𝑚𝑜𝑠».
Volvido pouco mais de um mês, o principal guarda-redes do FC Porto e titular da Seleção Nacional, Diogo Costa, esteve perto de protagonizar um lance semelhante no Mundial do Catar, frente ao Gana, quando, em tempo de compensação, quase arruinava a vitória portuguesa ao ceder uma bola a um jogador adversário, numa falha de atenção inoportuna.
Que esta ironia do destino tenha servido para demonstrar que errar é humano e cale, de uma vez por todas, quem tanto se precipita em instigar suspeitas e conspirações sobre todos os adversários do Benfica.
Adaptando a celebre frase de Romário sobre Pelé: «𝑭𝒓𝒂𝒏𝒄𝒊𝒔𝒄𝒐 𝑴𝒂𝒓𝒒𝒖𝒆𝒔, 𝒄𝒂𝒍𝒂𝒅𝒐, 𝒆́ 𝒖𝒎 𝒑𝒐𝒆𝒕𝒂. 𝑴𝒂𝒔 𝒒𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒇𝒂𝒍𝒂…»."

RAÇA DRAGUM EMPERRADA COM DOIS PASTEIS DE MAFRA, SÓ OFUSCADO PELO AMORIM, SIGAM A SETA E RIAM-SE...


 

OS RÉUS!

 


"O FC Porto continua a aproveitar-se do mediatismo do ‘Caso dos Emails’ ao procurar ligações que coloquem em causa a idoneidade dos árbitros Logo lançou as cartas na comunicação social para condicionar e associar ao Benfica a um dos melhores árbitros portugueses da atualidade.
O que se esqueceram é que neste processo os 𝗥É𝗨𝗦 são: 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗝𝗠𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀, 𝗝ú𝗹𝗶𝗼 𝗠𝗮𝗴𝗮𝗹𝗵ã𝗲𝘀 𝗲 𝗗𝗶𝗼𝗴𝗼 𝗙𝗮𝗿𝗶𝗮
Eles acham que anda tudo a dormir ou a comer da palha que dão aos portistas mais incautos. 😏"

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

CATARSES 9️⃣ ARIGATO, ALEMANHA

 


"Agarrem-me, que eu sou um émulo compulsivo dos lugares-comuns da linguagem da bola e recuso-me a repetir aquele chavão que todos conhecem, inventado após a agónica meia-final de Turim, em 1990, por Gary Lineker, um excepcional jogador que se tornou ainda melhor jornalista.
Não vou dizer a tal frase que o mundo repetiu triliões de vezes nas últimas horas porque até desconfio que os alemães nem sequer têm, desta vez, os onze jogadores que são precisos para concretizar a profecia do inglês.
Quando vi as substituições de Herr Flick, não consegui reprimir um “Allô”, primeiro pelo Fullkrüg, que só me faz lembrar o tempo dos “panzers” mas não chega aos calcanhares do Hrubesch bom gigante, seguido de outro “Allô” quando entrou o Mário Goetze, cheio de remendos e em final de prazo para consumo, como uma prova de que até os calculistas alemães, quando estão à rasca, acreditam em milagres de velhos heróis providenciais.
Atenção, que vou dizer isto só uma vez: pobre Musiala, que só tem 19 anos e caiu nas entrelinhas da menos fecunda geração de que me lembro, apesar da dimensão de Gündogan, da experiência de Neuer, Kimmich e Muller e dos fogachos de Gnabry e Havertz.
Bem podem esconder a cara porque aqueles últimos 20 minutos sem o jovem prodígio foram caóticos e de impotência perante as “blitzkrieg” dos japoneses, a varrerem a extrema defesa germânica com a mesma rapidez, coordenação, trabalho de equipa e eficiência com que os seus adeptos deixam as bancadas limpas e arrumadas no final de cada jogo.
A Alemanha do futebol, onde pontificam o excepcional Kamada e os marcadores dos golos, Doan e Asano, já devia saber que o Japão do futebol é hoje muito mais do que aquele grupo de corredores “kamikaze” que provocavam alvoroço nas defesas contrárias mas acabavam invariavelmente abatidos pelas anti-aéreas, em batalhas passadas, incluindo as de Yokohama em 2002. Não é à toa que os baptizaram de Brasil do Extremo Oriente, venerando e agradecendo à influência de Zico, Miura e de centenas e centenas de jogadores e treinadores brasileiros que tornaram o futebol nipónico mais do que uma potência regional.
O Japão joga incomparavelmente mais e melhor do que a Arábia Saudita, que os mestres do lugar-comum também já chamam de Brasil do Médio Oriente, e, por isso, a Alemanha ficou numa situação mais apreensiva do que a Argentina, condenada a uma final antecipada com a Espanha debaixo de um alarme permanente de bombardeio.
Logo após o jogo, alguns amigos soltaram nestas redes sociais, tão escancaradas ao exagero como a baliza da Costa Rica, uma “vendetta” jornalística contra a classe dominante dos comentadores televisivos, classificada pomposamente de “malta das entrelinhas”. O Japão, cordato, respeitador e tradicional, tornava-se porta-bandeira do futebol clássico, puro e duro, sem baias tácticas nem preconceitos estratégicos, como um exército de soldadinhos Nemtiki e Nemtaka, contra o jogo formatado. Só faltou ao fim do dia a merecida vitória do Canadá sobre a Bélgica para algum destes proscritos na reforma soltar o mais profético bordão do “freitaslobês”, que Mark Twain teria seguramente achado tão exagerado como a “morte” da Alemanha: “depois disto, não há mais nada”.
A coragem dos jogadores alemães em afrontar a FIFA pela melhor razão do Mundial reduziu a dimensão e o impacto das críticas ao colapso físico e táctico dos oficiais do senhor Flick. Ou por isso ou porque muitos, como eu (confesso!), a vaticinaram para vencedora de mais este campeonato, e que, mesmo com menos de onze craques e sempre contra mais do que onze adversários de qualidade, japoneses ou espanhóis, no fim, pelo menos frente aos costa-riquenhos, ganha a “Mannschaft”. Pronto, não disse! Arigato!"